Governo de SP diz que apenas 2% dos professores estão em greve
Docentes decidiram continuar em greve, iniciada em 13 de março, durante assembleia
Educação|Do R7
No dia em que os professores estaduais de São Paulo decidiram continuar a mais longa greve da história no Estado, o governo emitiu um comunicado dizendo que apenas 2% dos docentes aderiram ao movimento e classificou a greve como sem representatividade.
Em nota, o governo informou que "o índice de presença, nesta semana, atingiu 98% reforçando que a ampla maioria dos docentes está comprometida com os alunos, em sala de aula e não pactua com um grupo que tem usado até mesmo de violência para inflar a paralisação extemporânea e lamentável. As escolas estaduais continuam em funcionamento e as ausências dos profissionais, como de praxe, podem ser supridas pelos 35 mil professores substitutos que a Pasta mantém para garantir as atividades escolares. Ainda assim, em eventual necessidade de reposição, o conteúdo será reposto alinhado ao compromisso prioritário da Secretaria com o direito incontestável que os estudantes têm de aprender".
Manifestação de professores em greve é marcada por tumulto no centro de SP
Nesta terça-feira, cerca de 600 professores estaduais ocuparam o vão livre do Masp, na avenida Paulista, região central de São Paulo. Depois de assembleia realizada no local, os docentes decidiram continuar em greve por tempo indeterminado.
Para a Polícia Militar, o protesto foi pacífico, mas houve confusão entre manifestantes. Por volta das 16h30, os professores bloqueavam totalmente a via no sentido Consolação, informou a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego). Nenhum desvio foi montado no local.
Segundo a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo), os professores seguiram em passeata até a Secretaria Estadual de Educação, localizada na praça da República.













