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Secretaria de Educação de SP explica redução de verbas para escolas 

O reforço no quadro de professores e a diminuição de temporários devem diminuir gastos

Educação|Do R7

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Outros dados do orçamento mostram, por exemplo, que o programa Escola da Família terá mais verbas
Outros dados do orçamento mostram, por exemplo, que o programa Escola da Família terá mais verbas

Após a divulgação da redução de verbas destinadas para a compra de materiais e realização de obras nas escolas de São Paulo, a Secretaria Estadual da Educação argumentou que mudanças no formato de cursos e capacitações de professores, como também em programas de proteção escolar, possibilitaram diminuição dos repasses.

A pasta defende que investir em educação é também "priorizar áreas pedagógicas" e atividades de apoio aos estudantes, cujos gastos não necessariamente estão na rubrica de investimento. 


Em nota, o órgão afirma que "embora não conste da rubrica de investimentos, o valor destinado para ampliação da rede física escolar é 41,4% superior ao destinado no ano anterior, passando de R$ 670,1 milhões para R$ 947,8 milhões". 

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Esse aumento real, considerado a inflação acumulada, é de 33%. "Para 2015, a fim de ampliar ainda mais a inclusão e o atendimento aos estudantes, a secretaria realocou recursos, entendendo as novas necessidades impostas e aumentou o aporte para área de custeio da educação."

Segundo a pasta, o reforço no quadro de professores efetivos e a diminuição nos contratos de temporários devem diminuir gastos. Outros dados do orçamento mostram, por exemplo, que o programa Escola da Família terá mais verbas. Os recursos passarão de R$ 123 milhões (valores corrigidos) para R$ 203 milhões. Alta real de 76%.


Cortes 

Nesta terça-feira (2), o jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem que apontava corte de verbas destinadas a limpeza e obras de escolas neste fim de ano. Comunicado enviado às unidades informa que o sistema de compras só seria reaberto em 15 de janeiro.

A pasta afirmou que não faltam materiais nas escolas e o sistema passa por replanejamento, devendo ser reaberto em janeiro. A pasta argumenta que semanalmente faz levantamento nas escolas sobre possíveis necessidades. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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