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Eleições 2014

Padilha promete parceria com Minha Casa Minha Vida para construir 700 mil moradias populares em SP

Candidato voltou a criticar a gestão hídrica de Alckmin: "Governo faz racionamento sujo"

Eleições 2014|Ana Ignacio, do R7

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Padilha foi recebido por trabalhadores em fábrica de Diadema
Padilha foi recebido por trabalhadores em fábrica de Diadema

Pelo terceiro dia consecutivo, o candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, fez promessas de campanha relacionadas a programas sociais da administração federal. Nesta quarta-feira (6), em visita ao Conjunto Habitacional da Serraria, em Diadema, Grande SP, o petista falou sobre questões de moradia e garantiu que, se eleito, irá firmar uma parceria com o governo federal para a construção de 700 mil casas populares.

De acordo com Padilha, as moradias seriam viabilizadas pelo programa Minha Casa Minha Vida, uma das bandeiras da campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff.


— A presidenta Dilma já anunciou o Minha Casa Minha Vida 3, que vai repetir o número de mais 3,5 milhões de moradias. E eu vou fazer parceria com a presidenta Dilma para trazer 700 mil moradias aqui para São Paulo, cumprindo o que a lei de São Paulo estabelece de aplicar pelo menos R$ 1,8 bilhão por ano em moradia.

Em pé em uma cadeira branca improvisada de "palanque", Padilha discursou aos moradores do conjunto habitacional após receber uma carta de reivindicações de movimentos de moradia. Mais cedo, o candidato vistou fábricas na região e falou com trabalhadores.


Na segunda-feira (4) e na terça-feira (5), Padilha prometeu a criação do Mais Médicos Paulista e do Pronatc Paulista, dois programas federais que ganhariam suas versões estaduais.

Além de falar sobre sua proposta para moradia, o candidato voltou a criticar o atual governo sobre a crise de água que vive o Estado e as constantes negações de Geraldo Alckmin sobre racionamento em São Paulo.


— Ele que não me venha na base da arrogância. O PSDB tem que parar de ser arrogante, de achar que é o dono da verdade. Os problemas são apontados pelos técnicos da Sabesp. Subestimar a inteligência da população de São Paulo é não ter feito obras durante dez anos, ter corte de água em Campinas, em Guarulhos, em bairros da capital, bairros de Osasco e dizer que não está tendo racionamento. [Está acontecendo] um racionamento sujo. O atual governo do Estado aplica um racionamento sujo.

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