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Sargento Isidório diz que Salvador é a capital que menos gasta em saúde

Candidato foi o segundo entrevistado da série transmitida pela Record Bahia

Bahia|Do R7

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Pastor Sargento Isidório fala sobre os problemas de Salvador e apresenta suas propostas
Pastor Sargento Isidório fala sobre os problemas de Salvador e apresenta suas propostas

O candidato da coligação “Agora é a vez do povo”, Pastor Sargento Isidório (PDT) participou nesta terça-feira (13) do programa Balanço Geral Manhã e foi o segundo convidado da série de entrevistas da Record Bahia. Sargento Isidório explicou que, inicialmente, pensou em concorrer à prefeitura de Candeias ou São Francisco do Conde, na região metropolitana, mas foi convencido pelo governador da Bahia, Rui Costa, a disputar à prefeitura de Salvador.

Durante dez minutos, o candidato falou sobre os problemas da capital baiana e suas propostas para melhorar a cidade. Isidório afirmou que a vida o preparou para ser prefeito de Salvador.


Desemprego

A população de Salvador sofre com o desemprego e é, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a capital com a maior taxa de desocupação. De acordo com o candidato, para resolver o problema do desemprego é preciso capacitar os profissionais e acabar com a corrupção.


— A primeira coisa é a capacitação profissional dos nossos jovens, não esqueçamos que por longos anos a nossa juventude ficou desapropriada do que é seu por causa da corrupção que vem lá de Brasília, uma quadrilha de marginais que leva o dinheiro da merenda, das creches, do futuro da nossa gente. É a corrupção a culpada pelo menor abandonado, pela prostituição infantil e, sobretudo, pela nossa juventude indo para as drogas por falta de perspectiva de renda, de empregos. Então, é necessário que o político combata a corrupção e faça investimento na área da nossa juventude sobre pena de nós termos, a cada momento, a necessidade de mais hospitais de dependência química e ampliar os presídios.

Mercado informal


Com a grande taxa de desemprego em Salvador, o mercado informal tem crescido e, com isso, aumenta a discussão em torno do assunto. Para o candidato é preciso olhar com mais "carinho" para esses pais e mães que encontram no mercado informal a única opção de colocar comida na mesa.

— Com essa crise que está se abatendo, que não está diminuindo, está aumentando em nossa nação, a tendência é, cada vez mais, aumentar os pais e mães de família que para não morrer de fome, vão tentar vender tudo como forma de emprego. E você não pode ir para lá com um olhar formal, um olhar de poder de polícia, batendo nas pessoas. Não pode. Você não pode furtar as mercadorias desses seres. O poder público vai agir como tirano, como soberano? Não pode. Tem que ter uma equipe de assistência social que converse com essas pessoas apontando alternativas, caminhos para eles e, sobretudo, sem perder a ternura com essas pessoas.


Mobilidade

Outro assunto muito debatido em Salvador, é a questão da mobilidade urbana. Segundo Isidório, para melhorar a questão da mobilidade na capital baiana é necessário terminar o metrô, trazer o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), equipar melhor e aumentar a frota de ônibus e fazer garagens nos transbordos.

— Os ônibus precisam ser ampliados, precisam colocar ar condicionado. O VLT precisa vir, através do governo federal com o Estado. Outra coisa que é muito necessária são aquelas áreas de transbordo, fazer parceria pública-privada para criar garagens para as pessoas, quando perceberem que os ônibus estão melhores organizados, possam sair de suas casas de carro, guardar nas garagens para diminuir o engarrafamento.

Saúde

Sargento Isidório afirmou que nas suas caminhadas durante a campanha eleitoral, a maior queixa dos soteropolitanos é na questão da saúde. Segundo o candidato, existe uma maquiagem da realidade e da propaganda eleitoral.

— Nós somos a capital que menos gasta em saúde. Eu fico procurando o que vejo na televisão no horário eleitoral. É incrível, você vê aquele negócio no horário eleitoral, você se engana com aquilo e você vê as pessoas denunciando que o posto médico está com o cadeado batido, que o posto médico não tem médico, que está faltando isso, faltando aquilo.

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