Logo R7.com
RecordPlus
Eleições 2022

Dos 15 governadores eleitos em 1º turno, 7 declaram apoio a Bolsonaro no 2º turno

Governadores eleitos no domingo também articulam uma carta de apoio à reeleição do atual presidente da República

Eleições 2022|Do R7, em Brasília

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Romeu Zema, governador reeleito de Minas Gerais
Romeu Zema, governador reeleito de Minas Gerais

Dos 15 governadores eleitos em primeiro turno, 7 já declararam que vão apoiar o presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno da corrida ao Planalto: Ibaneis Rocha (MDB), eleito no Distrito Federal; Cláudio Castro (PL), no Rio de Janeiro; Romeu Zema (Novo), em Minas Gerais; Mauro Mendes (União Brasil), em Mato Grosso; e Antonio Denarium (PP), em Roraima, Ratinho Júnior (PSD), no Paraná, e Gladson Cameli (PP), no Acre.

Ronaldo Caiado (União Brasil), reeleito em Goiás, e Helder Barbalho (MDB), reeleito no Pará, devem esperar o posicionamento dos partidos para anunciar o apoio. Wanderlei Barbosa (Republicanos), governador do Tocantins, declarou que não vai escolher entre Lula (PT) e Bolsonaro.


Além disso, os governadores também devem divulgar uma carta em apoio ao presidente da República. O apoio dos governadores, especialmente o de Zema e o de Castro, é importante no segundo turno por causa do número de eleitores. Minas Gerais é o segundo maior colégio eleitoral do país, com 16.290.870 milhões de eleitores, e o Rio de Janeiro é o terceiro, com 12.827.296.

Apoios de Moro e Dallagnol

Além dos governadores, Bolsonaro ganhou apoio público do ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro (União Brasil), que foi eleito senador pelo Paraná. Em uma postagem nas redes sociais na manhã desta terça-feira (4), Moro declarou que "[o ex-presidente] Lula não é uma opção eleitoral".


A postagem de Moro foi compartilhada pelo ex-procurador da República e ex-chefe da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol (Podemos), que foi eleito deputado federal.

Logo após a divulgação dos resultados do primeiro turno da eleição, Dallagnol já havia anunciado apoio a Bolsonaro no segundo turno, listando os escândalos do Mensalão, do Petrolão e saque às estatais como alguns dos motivos para rejeitar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.