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‘Virou várzea’, diz Flávio Bolsonaro sobre recondução de Andrei Rodrigues

Candidato do PL à Presidência critica decisão do ministro do STF Flávio Dino de manter o diretor-geral da Polícia Federal no cargo

2026|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro criticou a decisão do ministro do STF, Flávio Dino, de manter Andrei Rodrigues como diretor-geral da Polícia Federal.
  • O ministro Dino determinou a reintegração de Rodrigues e de Leandro Almada da Costa, após terem sido afastados por liminar do ministro André Mendonça.
  • Flávio Bolsonaro ironizou a situação, comparando-a com eventos passados envolvendo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
  • O senador descartou a possibilidade de acionar o Estado de sítio ou de defesa no Brasil, afirmando que não há espaço para isso.

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Flávio Bolsonaro - Crérido: Charles Vieira/Campanha Presidencial Flávio Bolsonaro Charles Vieira

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta quarta-feira (9) que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) tome medidas para resolver o impasse que se criou em torno do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues.

“O Brasil está sem presidente, virou várzea. Ministro Fachin tem que resolver isso, imediatamente, em sessão pública. Não é sobre esquerda ou direita, é sobre resgatar o Brasil do cativeiro”, escreveu Flávio, em seu perfil na rede social X.


Mais cedo, o ministro do STF Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral e de Leandro Almada da Costa ao cargo de diretor de Inteligência Policial da PF. A decisão foi proferida em processo que está sob sigilo. Os dois haviam sido afastados na terça (8) por liminar do ministro André Mendonça.

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Dino também determinou que não sejam impostas aos Rodrigues e Costa novas medidas cautelares “fundadas exclusivamente em atos praticados no regular exercício de suas atribuições funcionais, em cumprimento a determinações judiciais”.


“Ficam ressalvadas eventuais apurações disciplinares, de competência dos respectivos superiores hierárquicos, se for o caso, observados, em qualquer hipótese, o devido processo legal, as regras de competência e a legitimidade para a formulação do correspondente requerimento”, afirmou o ministro.

Na terça, ao comentar o afastamento de Andrei, Flávio ironizou a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convocar o Conselho da República e relembrou quando o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), cogitou a hipótese.


“Olha que ironia. O presidente Bolsonaro, quando foram tratar de algo nessa linha com ele, transformaram isso em um golpe. Já podemos chamar Lula de golpista?”, questionou o senador, em seu canal no YouTube.

Flávio Bolsonaro descartou acionar o Estado de sítio ou de defesa no país para conter a crise no Supremo Tribunal Federal (STF). “Não tem nenhum espaço para Estado de defesa, Estado de sítio no Brasil. Em nenhum momento foi pensado isso lá atrás e agora também não tem por que isso acontecer”, disse.


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