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Se optar por chapa pura, Zema ficará fora da propaganda eleitoral gratuita

Parte da equipe do candidato pelo Novo defende a escolha de um vice de outro partido para ampliar as possibilidades de aliança

2026|Vinícius Rangel, da TV RECORD, de Belo Horizonte

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Romeu Zema foi oficializado como candidato à Presidência pelo Partido Novo e busca definir um vice-presidente para formar coligação.
  • O Novo não possui direito ao tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV, o que motiva a busca por alianças.
  • A escolha de um vice de outro partido é vista como uma estratégia para ampliar alianças e garantir espaço na propaganda eleitoral.
  • O cenário é complicado, pois o Novo apoia candidatos de outros partidos em diversos estados, dificultando a formação de coligações nacionais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Articuladores da campanha de Romeu Zema buscam o apoio de outros partidos Antonio Augusto/MPF - Arquivo

Oficializado nesta segunda-feira (27) como candidato à Presidência da República pelo Partido Novo, Romeu Zema corre contra o tempo para definir o candidato a vice-presidente e avançar nas negociações para a formação de uma coligação.

Além de completar a chapa, articuladores da campanha buscam o apoio de outros partidos para garantir espaço na propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, que começa em 28 de agosto. Na configuração atual, o Novo não tem direito à divisão do tempo diário de propaganda destinado às legendas.


Parte da equipe defende a escolha de um candidato a vice de outro partido como forma de ampliar as possibilidades de aliança. A definição precisa ocorrer até 5 de agosto, prazo final para a realização das convenções partidárias.

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A tarefa, porém, é considerada difícil. Em vários estados, o Novo apoia, nas disputas locais, partidos que já têm candidatos próprios à Presidência da República ou estão alinhados a outros pré-candidatos.


Um dos exemplos está no Rio Grande do Sul, onde o Novo decidiu apoiar a candidatura de Luciano Zucco (PL) ao governo estadual. Nacionalmente, porém, o PL tem Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência.

No Amapá, o partido apoia a reeleição do prefeito de Macapá, Dr. Furlan (PSD). A legenda está alinhada nacionalmente à pré-candidatura do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado ao Palácio do Planalto.


Até mesmo em Minas Gerais, estado de origem de Zema, o cenário é complexo. O atual governador, Mateus Simões, que foi vice de Zema, deixou o Novo em outubro do ano passado e se filiou ao PSD.

Sem uma coligação, a candidatura de Zema ficará fora da divisão do tempo diário da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. A estratégia da campanha é usar a definição do vice como uma das possibilidades para atrair uma legenda e ampliar a estrutura eleitoral da candidatura.


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