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Acordo pelo fim da guerra no Oriente Médio é ‘necessidade de ambos os lados’, diz especialista

Tanto Irã quanto EUA são pressionados economicamente pelo conflito; para Trump, continuidade dos ataques pode custar apoio às vésperas de eleição

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Irã está considerando um memorando de 14 pontos dos EUA para encerrar a guerra no Oriente Médio.
  • Um acordo inicial poderia levar a 30 dias de negociações detalhadas.
  • Donald Trump ameaça retomar ataques se o Irã não aceitar as propostas, mas enfrenta pressão interna devido à economia.
  • Especialistas apontam que, mesmo com um acordo, a hostilidade do Irã em relação aos EUA pode persistir.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Segundo funcionários do governo paquistanês ouvidos pela Axios, o Ministério das Relações Exteriores do Irã estaria avaliando um memorando de 14 pontos dos Estados Unidos para encerrar a guerra no Oriente Médio. Se as partes concordarem, o documento dará início a 30 dias de negociações detalhadas para um acordo completo — necessário às duas partes, segundo o doutor em relações internacionais Igor Lucena.

Enquanto os bloqueios norte-americanos começam a impactar a vida dos iranianos, a proximidade das eleições de meio de mandato também inflama o debate sobre a economia dos Estados Unidos. O recente aumento do galão de petróleo “derrete a aprovação dos republicanos do governo do presidente Trump”, pontua o especialista em entrevista ao Conexão Record News.


Trump diz que retomará ataques se o Irã não aceitar propostas REUTERS

Nesta quarta-feira (6), em meio às análises, o presidente norte-americano Donald Trump disse que os ataques serão retomados se o Irã não aceitar as propostas. Ele também afirmou que ainda é muito cedo para considerar negociações presenciais com os líderes iranianos.

“O ponto de vista claro é que o presidente Donald Trump pode até dizer que teve uma vitória porque destruiu grande parte da base militar iraniana, mas ele sai com uma derrota, ele não consegue mudar o governo e muito menos fazer mudanças significativas no Irã. Mesmo que ele consiga um acordo nuclear, o governo iraniano ainda vai continuar contra os Estados Unidos com aquela visão de morte à América, morte a Israel e talvez ainda continue apoiando Hamas e outros grupos terroristas”, conclui Lucena.

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