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Messi diz que argentinos ‘não chegam ao fim do mês’, e Milei responde

Governo argentino concordou com declaração do craque, mas atribuiu dificuldades econômicas aos governos Kirchner

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lionel Messi comentou sobre as dificuldades econômicas enfrentadas por muitos argentinos, afirmando que "não chegam ao fim do mês".
  • O governo de Javier Milei concordou com a declaração de Messi, mas atribuiu a crise aos governos anteriores de Néstor e Cristina Kirchner.
  • O governo defendeu as medidas adotadas por Milei, afirmando que a situação econômica melhorou, mas ainda há muito a ser feito.
  • Após a vitória sobre a Inglaterra, a seleção argentina exibiu uma bandeira com a frase "As Malvinas são argentinas", o que gerou uma declaração do governo sobre o direito dos jogadores de defender essa causa.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Javier Milei respondeu à fala de Lionel Messi Reprodução/Instagram

A declaração de Lionel Messi sobre as dificuldades enfrentadas por parte da população argentina provocou uma resposta do governo de Javier Milei. Após a classificação da Argentina para a final da Copa do Mundo, o capitão da seleção afirmou que existem pessoas no país que “não chegam ao fim do mês”, comentário que levou a Casa Rosada a se manifestar oficialmente na última sexta-feira (18).

Por meio da Oficina de Resposta Oficial (OPRA), órgão criado pelo governo para rebater críticas e informações divulgadas na imprensa, a gestão Milei afirmou concordar com a fala do atacante. O presidente argentino compartilhou o comunicado em sua conta na rede social X.


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“Sobre as palavras do melhor jogador de futebol da história, Lionel Messi, de que há pessoas que estão passando por dificuldades, isso é totalmente verdade”, afirmou o governo no comunicado. Apesar de reconhecer o cenário apontado pelo camisa 10, a nota atribuiu a responsabilidade pela situação econômica aos governos anteriores.

Segundo a Casa Rosada, “duas décadas de decadência kirchnerista não podem ser apagadas em 24 meses”, em referência às gestões de Néstor Kirchner e Cristina Kirchner. O governo também defendeu as medidas adotadas por Milei desde que assumiu a presidência, afirmando que a Argentina está em uma situação melhor do que há dois anos, mas reconhecendo que “ainda há um longo caminho a percorrer”.


Confira a publicação:

A fala de Messi aconteceu após a vitória da Argentina sobre a Inglaterra na semifinal da Copa do Mundo. Em entrevista à TyC Sports, o atacante destacou a importância da seleção proporcionar alegria aos torcedores em meio às dificuldades do cotidiano.


“Sabemos que as Copas do Mundo são especiais para nós e nos esquecemos de tudo de ruim que temos que passar. Há pessoas que passam por momentos difíceis, que não têm trabalho, que não chegam ao fim do mês ou que vivem lutando”, declarou o jogador.

Além da resposta à fala de Messi, o governo argentino também aproveitou o comunicado para falar sobre uma polêmica envolvendo a bandeira com a frase “As Malvinas são argentinas”, exibida pelos jogadores após a vitória sobre os ingleses. A Casa Rosada afirmou que uma declaração anterior de Milei sobre possíveis consequências negativas não era direcionada aos atletas, mas a autoridades públicas que ocupam cargos oficiais.


O governo afirmou que os jogadores da seleção argentina “têm todo o direito” de defender a causa das Malvinas, já que não representam oficialmente o Estado em suas manifestações. A disputa pelo arquipélago entre Argentina e Reino Unido foi marcada pela Guerra das Malvinas, em 1982.

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