Acusado tenta envolver filha do rei da Espanha em caso de corrupção
O chamado "caso Nóos" investiga o desvio de 6,1 milhões de euros de fundos públicos
Internacional|Do R7

Diego Torres, acusado em um caso de corrupção junto com seu ex-sócio Iñaki Urdangarin, genro do rei da Espanha, tentou neste sábado (16), em um depoimento perante um juiz de Palma de Mallorca, envolver a segunda filha de Juan Carlos I, a princesa Cristina.
O chamado "caso Nóos" investiga o desvio de 6,1 milhões de euros de fundos públicos procedentes dos Governos regionais das Baleares e Valencia ao Instituto Nóos, uma entidade supostamente sem fins lucrativos que Urdangarin presidiu e na qual Torres era seu sócio.
Fontes judiciais informaram à Agência Efe que, em seu depoimento, Diego Torres sustentou que Cristina, esposa de Urdangarin, e o secretário da filha do rei, Carlos García Retorne, eram membros da junta diretiva da entidade, com um papel tão ativo como o do resto de integrantes.
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A defesa do acusado entregou ao juiz e-mails e documentos sobre a gestão do Instituto Nóos com a intenção de evidenciar que tanto a princesa como García Retorne participavam na tomada de decisões. No próximo dia 23 de fevereiro, Urdangarín e o secretário da princesa estão convocados para depor perante o juiz.
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