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Alec Baldwin "não pode mais viver" em NY por causa de assédio da imprensa

Internacional|Do R7

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Nova York, 24 fev (EFE).- O ator Alec Baldwin disse nesta segunda-feira que "não pode mais viver em Nova York" por causa do assédio que sofre da imprensa sensacionalista da cidade que o envolveram em uma série de incidentes que prejudicaram sua reputação. Este ano foi "horrível e amargo", a exceção do nascimento de sua filha, explicou o ator em um longo ensaio de cinco mil palavras escrito por ele e publicado no site da revista "New York Magazine". Por isso, explicou o ator, a partir de agora deixará de ser um personagem público e não se relacionará com a imprensa. "Sou consciente que é irônico utilizar um meio (para contar seu caso), mas esta é a última vez que falo da minha vida pessoal em uma publicação americana", destacou. Segundo Baldwin, a imprensa o acusou "erroneamente" de violento e homofóbico e fez com que as pessoas tivessem uma imagem equivocada sobre ele, já que os meios de comunicação fizeram com que "o mundo o visse assim". Assim, para o ator alguns "meios depredadores" como "Huffington Post", "NBC", "MSNBC" e "New York Post", estão conseguindo com sua informação sensacionalista acabar com a privacidade de figuras públicas, como é seu caso. Embora o ator lamente alguns dos incidentes que aconteceram com a imprensa no último ano, como quando gritou e chamou um jornalista de "bicha", negou que em algum momento ele tenha o insultado dessa maneira e explicou que o profissional seguia sua família de bicicleta. Sobre quando atacou um jornalista do "Daily Mail" e o chamou de "pequena rainha tóxica" após o funeral do ator James Gandolfini, justificou que o jornalista mentiu sobre sua esposa e perdeu a calma. Quanto à relação que mantém com o canal de televisão progressista "MSNBC", em que já trabalhou, apontou que o problema deles é "não serem engraçados, embora tentem" e que sofrem o que considera má gestão do presidente, Phil Griffin. O ator criticou o canal não ter confiado nele quando outros meios veículos "jogaram lama" sobre ele e teve que deixar de trabalhar ali. "Agora detesto a imprensa como nem acreditava que fosse possível. Eu costumava me relacionar com a mídia com pleno conhecimento que às vezes eram contraditórios, mas agora são mais supérfluos e tóxicos, estão em seu pior momento", ressaltou o ator, que ressaltou que a imprensa liberal e conservadora são equivalentes. Também explicou o incidente que teve que com Shia LaBoeuf durante os ensaios para do espetáculo "Orphans", na Broadway, e que terminou com a saída do jovem ator do elenco. Baldwin se confessou "amargurado" por causa dessas situações todas e encerrou o artigo explicando que, embora tivesse a ambição de se candidatar a um cargo público nos próximos cinco anos em Nova York, o que não consegue vislumbrar agora. "Na política de Nova York os ricos vão primeiro, os sindicatos depois e na última categoria os nova-iorquinos. Eu queria mudar isso" explicou o ator. EFE mjg/cd

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