Logo R7.com
RecordPlus

Aliança estratégica entre Rússia e China está ‘definitivamente firmada’, afirma pesquisador

Treinamento militar secreto foi aprovado pelo ministro da Defesa russo, segundo documentos obtidos por agência de notícias

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Treinamento militar secreto entre Rússia e China foi aprovado pelo ministro da Defesa russo.
  • Delegação russa participou de exercícios na China, focando em proteção radiológica, química e biológica.
  • Moscou e Pequim não comentaram, mas a aliança estratégica entre os países está firmada, segundo pesquisador.
  • A aliança preocupa EUA e aliados, com possíveis envolvimentos de Coreia do Norte e Irã.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O treinamento militar secreto de forças russas pela China foi aprovado pelo ministro da Defesa russo, de acordo com documentos obtidos pela agência de notícias Reuters. Autoridades informaram que o envolvimento de indivíduos de alto escalão em treinamentos relacionados à guerra na Ucrânia sinaliza a importância da cooperação entre Rússia e China.

Segundo o documento, uma delegação das Forças Armadas russas viajou para a China para participar de exercícios de treinamento nas instalações do Exército de Libertação Popular. Os cursos envolviam sessões focadas em proteção radiológica, química e biológica em uma instalação militar.


Veja Também

Moscou e Pequim não comentaram a informação. No entanto, o Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que a posição do país sobre a guerra permanece a mesma.

Em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (1º), Lier Ferreira, pesquisador da UFF (Universidade Federal Fluminense), diz que essa é uma “mensagem muito clara” de que uma aliança estratégica entre a Rússia e a China está definitivamente firmada.


“Essa aliança estratégica cada vez mais vai envolver a Coreia do Norte e o Irã. Isso causa uma preocupação muito grande para os Estados Unidos e para os aliados europeus”, afirma.

Segundo Ferreira, a China se cerca de parceiros como a Rússia, a Coreia do Norte e o Irã, tentando, de alguma forma, “reequilibrar as forças do tabuleiro geopolítico global”, fazendo com que a caminhada rumo a uma hegemonia mundial nas próximas décadas possa ser menos “acidentada” do que tem sido nesse momento, e diminuindo também o poder relativo dos Estados Unidos.

Search Box

Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.