Análise: caso de prefeita identificada como espiã chinesa traz de volta o contexto da Guerra Fria
Especialista afirma que professores universitários norte-americanos já foram acusados de espionagem; entenda
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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A prefeita de Arcadia, cidade da Califórnia, Eileen Wang, renunciou ao cargo depois de admitir que atuava como agente do governo chinês. Segundo divulgado pela imprensa americana, a ex-política recebia orientações diretamente da China e publicava informações que favoreciam Pequim sem o consentimento e conhecimento dos Estados Unidos.
Devido à atuação de ações proibidas por lei federal, Eileen pode pegar até 10 anos de prisão e reacendeu um alerta antigo do governo norte-americano de que haveria mais agentes ligados à China extraindo informações dos Estados Unidos.
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O governo norte-americano acusou os chineses de realizarem espionagem e de tentar obter dados e influência nos Estados Unidos de maneira ilegal, mas a China negou tais alegações.
“Não é novidade que isso aconteça [...] Há acusações de professores universitários nos Estados Unidos que teriam participado de pesquisas relacionadas à China, recebendo dinheiro de organizações chinesas, e que também foram apontados como espiões [...] Parece o contexto da Guerra Fria, em que vimos as atuações de espiões [...] Isso agora volta, não com a Rússia, mas com a China, que é vista hoje como principal adversária dos Estados Unidos”, explicou o professor de relações internacionais Vitelio Brustolin, em entrevista ao Conexão Record News.
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