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Análise: fechamento do Estreito de Ormuz é arma mais eficiente para o Irã do que bomba atômica

União Europeia avalia enviar uma missão naval para a região, que possui um papel importante no comércio internacional de petróleo

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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Donald Trump tentou convencer aliados europeus a apoiarem o esforço de guerra, com o envio de navios ao Estreito de Ormuz. Em resposta, Alemanha, Itália, Grécia e Reino Unido negaram o pedido. Ainda assim, a União Europeia busca uma solução para garantir a segurança das embarcações. Dentre as alternativas discutidas, uma delas é o envio de uma missão naval europeia para a região.

A pesquisadora Giovana Branco avalia que, apesar de muitos países não desejarem se envolver na guerra, as consequências geradas pelo bloqueio no Estreito de Ormuz afetam a todos e servem como uma carta na manga na diplomacia internacional do Irã.


Ela elabora, no Conexão Record News de terça (17): “Talvez seja muito mais eficiente do que uma bomba atômica. Quando falamos de armamentos nucleares, eles são criados para não serem utilizados. [...] Eles servem ali como elementos de dissuasão. No caso do Estreito de Ormuz e da possibilidade de abrir ou fechar ao bel-prazer do governo, isso se torna não apenas uma dissuasão, mas de fato uma coerção muito clara".

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