Análise: guerra pode reduzir financiamento do terrorismo, mas não destruí-lo
Pesquisador Vitelio Brustolin comenta desdobramentos do conflito no Oriente Médio
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Ataques aéreos de Israel atingiram Beirute, a capital do Líbano, nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (3). Imagens mostram as explosões intensas e colunas de fumaça tomando o horizonte. As autoridades de saúde libanesas já confirmaram pelo menos 52 mortos desde o primeiro ataque na região.
Em entrevista ao Conexão Record News desta terça, o pesquisador e professor de relações internacionais Vitelio Brustolin fala que não existe a possibilidade de eliminar os grupos terroristas, mesmo com os ataques.
“O que acontece nesse momento pode até chegar ao ponto de reduzir o financiamento ao terrorismo da região [...]. Vai acabar com o terrorismo? Não vai. Não vai, porque o terrorismo é uma ideia. O terrorismo utiliza meios alternativos para atingir fins políticos”, explica o pesquisador.
Após afirmar que não pode ser “otimista”, Brustolin complementa: “Nesse momento, nesse exato momento, há atentados terroristas acontecendo nos Estados Unidos e possivelmente haverá outros atentados acontecendo em outros lugares do mundo, talvez na Europa, porque o terrorismo utiliza meios alternativos para atingir fins políticos. Então, a gente vai ver pessoas utilizando meios próprios, nos Estados Unidos armas semiautomáticas, na Europa possivelmente facas ou até mesmo veículos, caminhões, carros, para impor uma agenda política.”
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