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Análise: guerra testa a resiliência do regime iraniano e da Guarda Revolucionária

Segundo especialista, Trump tem tido sucesso nos objetivos militares da guerra, mas ainda não obteve a vitória que precisa do ponto de vista político

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Em meio à crise no Oriente, a embaixada americana em Bagdá e outra em Oslo foram atacadas, gerando alerta máximo nos EUA.
  • Especialistas afirmam que grupos terroristas são financiados pelo Irã, com a venda de petróleo regional sendo uma fonte importante.
  • Incertezas pairam sobre a postura do novo líder supremo do Irã e seu apoio à população em meio ao conflito.
  • Questões sobre a resiliência da Guarda Revolucionária e possíveis consequências da morte do líder são levantadas por analistas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

No último sábado (7), a embaixada americana em Bagdá, no Iraque, foi alvo de um ataque. No domingo (8), houve uma explosão nos arredores da embaixada estadunidense em Oslo, Noruega. Combinados, ambos os incidentes deixaram os Estados Unidos em um estado de alerta máximo para possíveis atos terroristas que podem estar ligados à crise do Oriente Médio.

“Os grupos terroristas de fato são financiados pelos iranianos [...] esses grupos terroristas e essas células ao redor do planeta vão continuar sendo alimentadas por empresas de fachada”, afirma o doutor em relações internacionais e economista Igor Lucena. Ele citou, em entrevista ao Conexão Record News desta segunda (9), que o comércio do petróleo regional também financia o terrorismo.


Embora o especialista esteja certo do envolvimento entre o Irã e grupos terroristas, ele demonstra incerteza em relação aos rumos que o conflito irá tomar nos próximos meses. Uma das maiores incógnitas para ele é a postura que será tomada pelo novo líder supremo quanto ao apoio da população, unida ao fato de que os EUA já demonstraram discordar da escolha do novo representante.

Ele conclui o raciocínio com um questionamento: “O grande questionamento dessa guerra é, até que ponto a Guarda Revolucionária e os clérigos iranianos vão resistir? Será que a morte do novo líder supremo, em decorrência de um possível ataque, vai surtir efeito?“. Lucena lembra que o povo iraniano não está a favor do governo, já que sente os efeitos da inflação e dos ataques.


E completa: “Um ponto é claro, a questão militar foi bem colocada, está sendo bem feita, destruindo muitas armas iranianas, mas do ponto de vista político e de dissuasão do governo, o presidente Trump ainda não conseguiu a vitória que ele precisa”.

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