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Análise: população russa vê ‘resiliência e força’ nos ataques ucranianos e não acredita em vitória

Zelensky afirmou que instruiu serviços de inteligência e militares a agirem preventivamente contra a infraestrutura que Moscou usa para fins bélicos

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Zelensky instruiu ataques preventivos contra infraestrutura russa usada para fins bélicos.
  • Drones ucranianos interromperam energia na Crimeia e atacaram instalações no centro e sul da Rússia.
  • A crise de combustível se agrava na Rússia devido aos ataques ucranianos a refinarias e ativos de energia.
  • A população russa vê resiliência nos ataques ucranianos e não acredita em uma vitória russa sem negociações.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Ucrânia vai realizar ataques preventivos contra instalações usadas pela Rússia no conflito entre os países. O presidente Volodymyr Zelensky afirmou que instruiu os serviços de inteligência e militares a agirem preventivamente contra a infraestrutura que Moscou usa para fins bélicos.

Nesta quarta-feira (24), drones ucranianos interromperam o fornecimento de energia na maior cidade da Crimeia, território controlado pela Rússia, e atacaram instalações no centro e sul do país.

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Enquanto isso, a crise de combustível se agrava em algumas cidades russas, com Kiev atacando refinarias e ativos de energia. Segundo Zelensky, os ataques são uma tentativa de forçar os russos a negociar um acordo de paz.

Em entrevista ao Conexão Record News desta quinta-feira (25), Igor Lucena, economista e especialista em relações internacionais, aponta que Zelensky está apostando em uma retomada de territórios e em uma tentativa de desestabilizar a Crimeia, ao passo que Vladimir Putin não consegue uma estabilização na região.

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“O presidente russo também está sendo extremamente pressionado pelas elites russas, porque os efeitos da guerra na mão de obra, na inflação, nas empresas, já chegaram às grandes cidades [...]. Putin não tem um horizonte de fim do conflito e também não negocia. Então, para a população russa, esses ataques de Volodymyr Zelensky mostram uma resiliência, uma força e uma visão de que o [fim] da guerra não vai ser uma vitória russa, mas será um tipo de acordo entre as duas partes que precisa ser negociado”, explica.

Segundo Lucena, o presidente russo não está se sentindo tão pressionado, porque sabe que o maior foco de pressão dos Estados Unidos ainda vai continuar no Irã.

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