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Assessores de Obama recomendam que ajuda militar e econômica ao Egito seja suspensa

Estados Unidos fornecem o equivalente a R$ 3,5 bilhões ao governo egípcio

Internacional|Do R7

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Obama deverá tomar uma decisão sobre o Egito apenas após decidir possível ataque contra a Síria
Obama deverá tomar uma decisão sobre o Egito apenas após decidir possível ataque contra a Síria Stephen Lam/AFP

Autoridades dos Estados Unidos afirmaram que assessores de segurança do presidente Barack Obama recomendaram que a ajuda militar e econômica ao Egito seja suspensa, em resposta à expulsão dos militares egípcios partidários de Mohammed Mursi.

Os EUA fornecem ao Egito o equivalente a R$ 3,5 bilhões (US$ 1,5 bilhões), dos quais R$ 3 bilhões (US$ 1,3 bilhões) são exclusivos para ajuda militar. O restante é ajuda econômica, que é repartida entre governo e alguns grupos. Neste caso, apenas a ajuda ao governo seria suspensa e Obama decidiria o valor. 


No entanto, autoridades defendem um valor significativo. A ajuda poderia voltar a ser dada caso Mursi retorne ao poder.

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De acordo com a ABC News, oficiais afirmaram, sob anonimato, que a recomendação foi feita mais de uma vez, mas que não há expectativas de que Obama tome uma posição antes da decisão do Congresso americano sobre um possível ataque na Síria, que deve acontecer na semana que vem. Hoje, a Comissão de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos aprovou uma resolução que autoriza uma ação militar na Síria por dez votos contra sete.

Esta seria uma dramática mudança para uma administração que não quis comentar a deposição de Mursi no início de julho e que garantia que é do interesse de segurnaça nacional dos Estados Unidos manter a ajuda. A ação também estremeceria as relações americanas e egípcias, um símbolo da segurança e estabilidade no Oriente Médio.


A Casa Branca e o Departamento de Estado não comentaram sobre esta recomendação, mas assessores do Congresso disseram que a conselheira de segurança nacional, Susan Rice, delineou a possível estratégia em consultas a portas fechadas com parlamentares.

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