Análise: pressionado, Trump não deve retomar operações militares no Oriente Médio
EUA e Irã chegam a impasse para acordo de paz, mas ameaças eleitorais devem frear ações do presidente americano
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Apesar da pressão de atores do governo e de aliados internacionais em meio ao conflito com o Irã, o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, está em uma “encruzilhada”, afirma o especialista em segurança e estratégia internacional Ricardo Cabral. Em entrevista ao Conexão Record News, ele diz não conseguir ver o republicano retomando as operações militares no Oriente Médio.
Com a proximidade das eleições de meio do mandato, pesa a escolha do partido do presidente sobre sua candidatura. Com a popularidade de Trump em baixa e a inflação norte-americana em alta, surgem outros nomes no horizonte dos republicanos.
“Ele [Marco Rubio], o Hegseth [secretário de Defesa dos EUA], estão empurrando o Trump para uma oposição mais belicosa, enquanto que o J.D. Vance se apoiaria no Scott Bessent, secretário do Tesouro, e o Howard Ludnick, que é o secretário do Comércio, os dois ponderando momentos diferentes: ‘Olha, a economia está degradando, nós temos que acabar logo com isso’, e os outros dizendo: ‘Para acabar logo com isso, nós temos que atacar o Irã pesadamente’.”
Nesta sexta-feira (22), o ministro das Relações Exteriores do Irã se reuniu com o ministro do Interior do Paquistão em Teerã para discutir propostas para encerrar a guerra com os EUA. Enquanto o representante paquistanês tenta facilitar a comunicação entre os lados, norte-americanos e iranianos ainda divergem sobre o estoque de urânio e o estreito de Ormuz.
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