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Ataques aéreos matam mil jihadistas do EI por mês e poucos civis, dizem EUA

Internacional|Do R7

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(Corrige título) Washington, 5 jun (EFE).- O Pentágono afirmou nesta sexta-feira que os ataques aéreos da coalizão contra o Estado Islâmico (EI) na Síria e no Iraque matam mil jihadistas por mês, em média, com registro de vítimas civis historicamente baixos. Em entrevista coletiva, o tenente-general John Hesterman, responsável pelas operações aéreas do Comando Central, indicou que o poder aéreo da coalizão "ajudou as tropas de terra (iraquianas) a recuperarem território, e eliminou mais de mil combatentes inimigos por mês do campo de batalha". "Os ataques aéreos da coalizão são os mais precisos e disciplinados na história do combate aéreo. Atingimos a capacidade do inimigo de um modo que minimiza as vítimas civis, do que estamos orgulhosos", explicou o militar. Hesterman garantiu que o Pentágono examina todas as informações sobre ataques aéreos que podem causar mortes de civis e afirmou aos jornalistas presentes que, "se não estão vendo grandes números, é porque não há". No entanto, o Pentágono ainda não revelou estimativas de possíveis vítimas civis dos ataques, que começaram em agosto do ano passado. O oficial do Comando Central deu credibilidade ao dado revelado pelo senador republicano John McCain, segundo o qual 75% dos caças e bombardeiros que participam da missão aérea contra o EI retornam sem ter disparado contra o inimigo. Na opinião de Hesterman, esses números são normais em missões aéreas por que os ataques acontecem quando o inimigo fica exposto. O Pentágono insistiu hoje em que, apesar de o EI ter avançado em Ramadi, no Iraque, e Palmira, na Síria, os ataques aéreos e as ações das forças iraquianas, das milícias curdas e de outros grupos estão isolando e enfraquecendo os extremistas sunitas. "Não acho que estejam fazendo avanços no país. De vez em quando conseguem avanços táticos e o apresentam como uma vitória estratégica", acrescentou o militar. Esta semana, o subsecretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, qualificou de "enormes" as perdas do EI e estimou que 10 mil jihadistas tenham morrido nos últimos nove meses. EFE jmr/cd

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