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Avançar contra os houthis no Iêmen é ‘abrir outra frente além do Irã’, diz professor sobre os EUA

Ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita se reúne nesta segunda-feira (28) com o Secretário de Estado norte-americano

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita se reúne com o Secretário de Estado dos EUA para discutir laços bilaterais e questões regionais.
  • Príncipe herdeiro saudita solicita ajuda militar dos EUA contra os rebeldes houthis, apoiados pelo Irã.
  • Professor Leonardo Trevisan afirma que os EUA evitam atacar os houthis para não abrir outra frente de conflito além do Irã.
  • A Arábia Saudita busca diálogo com os EUA para lidar com a queda na produção de petróleo após ataques dos houthis.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita se reúne nesta segunda-feira (28) com o Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, em Washington. Os dois discutem os laços bilaterais, além dos desenvolvimentos regionais e internacionais. Neste mês, o príncipe herdeiro saudita solicitou ajuda militar dos Estados Unidos contra os rebeldes houthis, apoiados pelo Irã.

A Arábia Saudita tem sido alvo frequente de hostilidades por parte do grupo iemenita. No entanto, o governo Trump se recusou a lançar ataques, embora tenha concordado em fornecer informações de inteligência e apoio na definição de alvos.

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Segundo Leonardo Trevisan, professor de relações internacionais, os Estados Unidos não ousaram estender o conflito na região pois “avançar numa guerra com os houthis no Iêmen é abrir uma outra frente além do Irã”.

Em entrevista ao Conexão Record News, o professor explica que o motivo de os EUA não atacarem os rebeldes houthis é geopolítico, e não sobre gasto extra de munição, como foi dito: “A questão é geopolítica, os Estados Unidos sabem que eles não querem estender o atoleiro, eles já se meteram em um atoleiro muito forte no Irã”.

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Enquanto a Arábia Saudita busca um diálogo com os estadunidenses para conter a queda na produção de petróleo, que ocorre após o país ter sido atacado pelo grupo. “A Arábia Saudita teve os seus portos e as suas zonas produtoras atacados pelos drones dos houthis, pelos mísseis iranianos. Caiu a produção de petróleo. É por isso que o chanceler saudita foi visitar os Estados Unidos”, diz Trevisan.

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