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Banheiro entupido e incêndio na lavanderia fizeram maior porta-aviões dos EUA recuar do Irã

Embarcação avaliada em US$ 13 bilhões se afastou do Mar Vermelho e foi direcionada para a ilha de Creta

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O porta-aviões USS Ford, maior dos EUA, recuou do Irã devido a problemas internos como incêndios e falhas estruturais.
  • O navio avaliado em US$ 13 bilhões foi desviado para Creta para reparos após incidentes graves, incluindo um incêndio na lavanderia.
  • Marinheiros enfrentaram dificuldades, dormindo no chão e precisando transferir roupas sujas por helicópteros.
  • A Marinha dos EUA abrirá uma investigação sobre os problemas relatados e realizarão manutenções no porta-aviões, sem previsão de conclusão.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

USS Gerald Ford estava no Caribe antes de ser deslocado para o Oriente Médio Reprodução/U.S. Strategic Command

Problemas internos tiraram de operação o maior porta-aviões dos Estados Unidos, o USS Ford, em meio à guerra com o Irã. Incidentes envolvendo um incêndio e falhas estruturais obrigaram a embarcação a deixar a área de atuação e seguir para manutenção.

O navio, com 337 metros de comprimento e avaliado em US$ 13 bilhões, se afastou do Mar Vermelho e foi direcionado para a ilha de Creta, onde permanece atracado para reparos.


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A embarcação havia sido enviada recentemente para reforçar operações militares no Oriente Médio, mas acabou sendo retirada após a sequência de falhas. Um dos episódios mais graves foi um incêndio registrado na área da lavanderia.

Segundo o jornal New York Post, o fogo atingiu espaços próximos aos alojamentos e a fumaça fez com que os marinheiros dormissem no chão por dias. Eles também precisaram transferir roupa suja por helicópteros para outros navios.


Outro problema recorrente envolve os banheiros da embarcação, que vinham entupindo e apresentando falhas nas descargas. Além disso, o sistema dos sanitários, considerado moderno e com proposta sustentável, exige manutenção constante e já gerou altos custos.

As falhas levantaram críticas de especialistas e autoridades, que questionaram a eficiência de sistemas considerados inovadores. Uma investigação foi aberta para apurar as causas do incêndio e os possíveis danos.


A Marinha dos Estados Unidos informou que o porta-aviões passará por avaliações, reparos e reabastecimento, mas não detalhou quanto tempo o processo deve demorar.

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