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Biden destaca as baixas taxas de desemprego nos Estados Unidos

Segundo ele, 21 dos 50 Estados americanos têm taxa de 3% ou inferior, e isso seria inédito na história do pais

Internacional|Do R7

Biden está isolado, com Covid-19
Biden está isolado, com Covid-19 Biden está isolado, com Covid-19

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, informou, neste domingo (24) que 21 dos 50 Estados americanos têm taxa de desemprego em 3% ou inferior, na primeira vez na história em que isso acontece. "Os americanos estão trabalhando. E este governo está trabalhando por eles", escreveu o presidente em publicação no Twitter.

Em isolamento após ter sido diagnosticado com Covid-19, Biden acrescentou que o mercado de trabalho está em "boa posição" para lidar com os desafios globais de inflação e para fazer a transição de "uma recuperação histórica para um crescimento estável".

Yellen

A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, reconheceu neste domingo que a maior economia do planeta está em processo de desaceleração, mas afirmou que o quadro atual não pode ser considerado recessivo.

Em entrevista ao programa Meet The Press, da emissora NBC, Yellen afirmou que a atividade econômica enfrenta um período de transição para um modelo de crescimento mais lento, que ela considera necessário. "Uma recessão é uma contração generalizada que afeta muitos setores da economia. Nós simplesmente não temos isso", destacou.

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A secretária definiu como "extremamente forte" a situação atual do mercado de trabalho americano, com criação mensal média de 375 mil empregos nos últimos três meses. Também citou indicadores positivos de gastos com consumo, produção industrial e qualidade do crédito à família.

Yellen reiterou que a inflação nos EUA está "muito elevada" e demonstrou confiança de que as medidas do Fed (Federal Reserve), o banco central americano, para controlá-la serão bem-sucedidas. "O governo, de sua parte, está suplementando essas políticas do Fed com coisas que podemos fazer", disse. "Cortamos o déficit no recorde de US$ 1,5 trilhão este ano e a liberação de petróleo das reservas estratégicas está pressionando os preços de gasolina", acrescentou.

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