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Brasileiros são presos nos EUA por suspeita de fraude milionária em serviços de imigração

Grupo acumulou mais de US$ 20 milhões ao longo dos anos; sete vítimas já foram identificadas

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Quatro brasileiros foram presos nos EUA por suspeita de fraude e extorsão ligada à empresa Legacy Imigra.
  • Os detidos incluem o fundador Vagner Soares De Almeida, sua esposa e dois associados.
  • O grupo é acusado de enganar imigrantes, acumulando mais de US$ 20 milhões através de promessas de serviços de imigração.
  • Sete vítimas já foram identificadas, com prejuízos entre US$ 2.500 e US$ 26 mil cada, e o total de vítimas pode ser muito maior.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Grupo é acusado de enganar imigrantes em situação irregular Reprodução/Record

Uma operação conjunta das autoridades do Condado de Orange, nos Estados Unidos, levou à prisão de quatro brasileiros suspeitos de envolvimento em um esquema de fraude e extorsão ligado à empresa Legacy Imigra.

Foram detidos o fundador da empresa, Vagner Soares de Almeida, a esposa Juliana Colucci, além dos associados Ronaldo Decampos e Lucas Felipe Trindade Silva.


Segundo as investigações, o grupo é acusado de enganar imigrantes em situação irregular com promessas de serviços de imigração e asilo, acumulando mais de US$ 20 milhões (cerca de R$ 100 milhões) ao longo dos anos. A defesa dos envolvidos não foi localizada pela reportagem. O espaço segue aberto.

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De acordo com as autoridades americanas, o esquema operava com base em fraude organizada, extorsão e prática não autorizada da advocacia, atingindo principalmente imigrantes da comunidade brasileira.


Ao menos sete vítimas já foram identificadas, com prejuízos entre US$ 2.500 (cerca de R$ 12,5 mil na cotação atual) e US$ 26 mil (cerca de R$ 130 mil na cotação atual) cada, mas os investigadores acreditam que o número total pode chegar a centenas de pessoas.

A ação foi conduzida pelo Gabinete do Xerife do Condado de Orange, John Mina, em conjunto com o Departamento de Investigações de Segurança Interna (HSI) e o Gabinete do Procurador-Geral da Flórida. As autoridades orientam possíveis vítimas a entrarem em contato para colaborar com o caso.

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