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Cameron não se apresentará para 3º mandato se for reeleito premiê do R.Unido

Internacional|Do R7

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Londres, 23 mar (EFE).- O primeiro-ministro do Reino Unido, o conservador David Cameron, garantiu nesta segunda-feira que não se apresentará para um terceiro mandato se for reeleito no pleito geral do Reino Unido no próximo dia 7 de maio. Cameron, de 48 anos, está no cargo desde 2010 e afirmou em uma entrevista à emissora pública britânica "BBC" que, se vencer as próximas eleições, completará seu mandato nos próximos cinco anos e, ao final, deixará o cargo de primeiro-ministro. "Depois de um segundo mandato é a hora de um novo líder chegar ao Partido Conservador", acrescentou Cameron, faltando 44 dias para as eleições. O chefe de governo destacou que sente que conseguiu completar "a metade de seu trabalho" em seu primeiro mandato, após "reverter a situação econômica do país". Há poucos dias, o ministro da Economia, George Osborne, anunciou que a economia do Reino Unido crescerá 2,5% em 2015, acima dos 2,4% previstos anteriormente. Além disso, Cameron disse que vai buscar a reeleição para "acabar com o trabalho iniciado" há cinco anos em áreas como "educação e o estado do bem-estar". Durante a entrevista, o premiê também destacou que o Partido Conservador conta com grandes líderes para substituí-lo. A ministra do Interior, Theresa May, o ministro da Economia, George Osborne, e o prefeito de Londres, Boris Johnson, são os mais bem posicionados para suceder Cameron na liderança dos conservadores. Segundo as últimas pesquisas de intenção de voto, o Partido Conservador e o Partido Trabalhista mantêm uma disputa apertada, ambos com cerca de 33% das cadeiras, seguidos pelo partido eurocético UKIP, com 12%, e o Partido Liberal-Democrata, com 8%. David Cameron foi eleito líder do Partido Conservador do Reino Unido após a vitória dos trabalhistas nas eleições gerais de 2005 e chegou ao poder em maio de 2010, depois de mais de dez anos de governos de esquerda e quando o Reino Unido estava imerso em uma profunda recessão. Cameron se viu obrigado a governar em uma coalizão com os liberais-democratas, já que seu partido não obteve as cadeiras suficientes para formar o Executivo. EFE abr/rpr

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