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Chanceler brasileiro defende reforma no Conselho de Segurança da ONU

Segundo Figueiredo, o órgão das Nações Unidas “remete a um mundo que não existe mais”

Internacional|Kamilla Dourado, do R7, em Brasília

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Figueiredo defendeu mecanismos internacionais mais efetivos
Figueiredo defendeu mecanismos internacionais mais efetivos

O Ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, criticou nesta quinta-feira (6), mais uma vez, o Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas). Durante audiência pública na CRE (Comissão de Relações Exteriores) do Senado, o ministro defendeu a necessidade de uma reforma urgente no organismo.

— Quando foi estabelecido o Conselho de Segurança, em 1945, não só o mundo era outro: a Índia não era um país estruturado, Alemanha e Japão estavam destruídos pela guerra. Esses países, que hoje são atores internacionais importantes, na época, não eram.


O Brasil pleiteia um assento permanente no Conselho da ONU e, desde 2004, tenta assegurar espaço no organismo junto com a Alemanha, Índia e Japão. Atualmente, o conselho é formado por 15 países.

— Vamos continuar lutando para promover atualização dos mecanismos e torná-lo mais representativo.


Mercosul

Dentro da “agenda clássica” definida pelo Itamaraty, o ministro citou o aprofundamento dos laços com o Mercosul – bloco formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.


Segundo o ministro Figueiredo, o comércio intrabloco se multiplicou mais de 10 vezes desde a sua criação, além de ter um papel importante no fortalecimento e a diversificação dos setores industriais.

— O Mercosul é, por todas essas razões, um importante instrumento de promoção política na região e na prosperidade econômica dos seus integrantes. O Mercosul é política de Estado com objetivo de impacto direto na vida e bem estar das pessoas. 

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