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Produção militar do Irã se recupera mais rápido que o previsto, diz inteligência dos EUA

Apoio da China e da Rússia ajudaram o Irã a manter parte de sua capacidade militar

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A produção militar do Irã se recupera rapidamente após os ataques dos EUA e Israel.
  • Inteligência dos EUA avalia que a capacidade de ataques com drones pode ser restaurada em até seis meses.
  • O Irã continua a receber apoio da China e Rússia, com empresas chinesas fornecendo componentes para mísseis.
  • Cerca de dois terços dos lançadores de mísseis iranianos sobreviveram aos ataques, embora o programa militar tenha sofrido enfraquecimento significativo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Base industrial de defesa do Irã ainda preserva grande parte de suas capacidades bélicas Majid Asgaripour/WANA - via Reuters - 12.11.2025

O Irã já retomou parte da produção de drones durante o cessar-fogo de seis semanas iniciado em abril, segundo avaliações da inteligência dos Estados Unidos obtidas pela CNN Internacional.

De acordo com fontes ouvidas pela emissora, autoridades americanas consideram que o país reconstrói parte de sua estrutura militar em ritmo mais acelerado do que o inicialmente estimado após os ataques conduzidos por EUA e Israel.


As análises indicam que o Irã trabalha para recompor instalações de lançamento de mísseis, capacidade de produção de armamentos e sistemas militares atingidos durante o conflito recente.

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Uma das estimativas citadas aponta que a capacidade iraniana de ataques com drones pode ser totalmente restaurada em até seis meses.


Fontes da inteligência americana afirmaram à CNN que o processo de reconstrução ocorre mais rapidamente por diferentes fatores, entre eles o fato de os ataques não terem causado o nível de destruição esperado por Washington e Tel Aviv.

Além disso, o Irã teria recebido apoio da China e da Rússia para manter parte da produção militar.


Segundo duas fontes ouvidas pela emissora, empresas chinesas continuaram fornecendo componentes que podem ser utilizados na fabricação de mísseis durante o conflito, embora esse fluxo tenha sido reduzido após medidas adotadas pelos EUA.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, chegou a afirmar recentemente que a China fornece peças para a fabricação de mísseis iranianos. O governo chinês negou a acusação.


As avaliações também indicam que o Irã ainda mantém parte relevante de suas capacidades militares, incluindo drones, mísseis balísticos e sistemas de defesa antiaérea.

Relatórios recentes da inteligência americana apontam que cerca de dois terços dos lançadores de mísseis iranianos sobreviveram aos ataques ou puderam ser recuperados durante o cessar-fogo.

Apesar dos danos causados pelas ofensivas americanas e israelenses, as análises sugerem que o programa militar iraniano sofreu um enfraquecimento significativo, mas não foi destruído.

Uma das fontes ouvidas pela CNN Internacional afirmou que os prejuízos à base industrial de defesa do Irã devem atrasar a recomposição militar por meses e não por anos, como integrantes do governo americano chegaram a afirmar publicamente.

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