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Rainha Elizabeth apoiou nomeação do ex-príncipe Andrew mesmo após caso Epstein

Documentos mostram que o ex-príncipe esteve em contato com Epstein durante seu tempo como enviado comercial

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Rainha Elizabeth 2ª apoiou a nomeação do Príncipe Andrew como enviado comercial britânico, mesmo após seu envolvimento em um escândalo ligado a Jeffrey Epstein.
  • Documentos do governo britânico revelaram que a rainha estava “muito interessada” na promoção de Andrew aos interesses nacionais.
  • O apoio da rainha ocorre após críticas de parlamentares britânicos sobre as relações de Andrew com Epstein, que é acusado de exploração sexual.
  • Andrew perdeu seus títulos reais no ano passado, mas nega qualquer irregularidade relacionada ao caso Epstein.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Andrew perdeu seus títulos reais no ano passado em meio ao escândalo Phil Noble/Reuters - 19.02.2026

Documentos confidenciais divulgados pelo governo do Reino Unido mostram que a Rainha Elizabeth 2ª apoiou ativamente a nomeação do então Príncipe Andrew para o cargo de enviado comercial britânico.

Em uma carta tornada pública nesta quinta-feira (21), o chefe do órgão britânico de comércio afirmou que “a rainha estava muito interessada” em que Andrew assumisse “um papel de destaque na promoção dos interesses nacionais”.


A divulgação ocorre meses após parlamentares britânicos acusarem o irmão do rei Rei Charles 3º de priorizar sua amizade com o financista Jeffrey Epstein em detrimento dos interesses do país.

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Os documentos foram publicados após aprovação de uma moção no Parlamento britânico em fevereiro.


Segundo o governo, não foram encontrados registros de um processo formal de análise ou verificação antes da nomeação de Andrew para a função diplomática ligada ao comércio exterior.

Andrew ocupou o cargo de enviado especial para comércio internacional entre 2001 e 2011. Ele deixou a posição após críticas envolvendo suas ligações com figuras controversas da Líbia e do Azerbaijão.


O caso ganhou nova repercussão após a divulgação, pelos Estados Unidos, de documentos relacionados a Epstein, acusado de explorar sexualmente mulheres e adolescentes.

As revelações ampliaram o escrutínio sobre integrantes da elite política, empresarial e aristocrática britânica.


No ano passado, Andrew perdeu oficialmente seus títulos e funções reais em meio à crise envolvendo seu nome e o escândalo Epstein. Ele nega qualquer irregularidade.

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