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Chanceler colombiana pede "otimismo" aos que cruzam fronteira com Venezuela

Internacional|Do R7

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Bogotá, 30 ago (EFE).- A chanceler colombiana, María Ángela Holguín, pediu neste domingo aos milhares de colombianos que cruzam a fronteira com a Venezuela há 11 dias, após o fechamento ordenado pelo presidente venezuelano, Nicolas Maduro, que "tenham otimismo" porque o governo os ajudará na elaboração de uma nova vida. "Por favor, tenham otimismo. Não pensem que isto que estamos vivendo é um tema conjuntural, porque terão algo organizado a médio e longo prazos", declarou ela em uma visita à cidade de Cúcuta na fronteira. Lá, o governo colombiano entrega alimentos, colchões e kits de higiene pessoal aos milhares de compatriotas que saíram do país vizinho desde que Maduro ordenou fechar parte da fronteira sob o argumento de lutar com o paramilitarismo e o contrabando. Conforme o mais recente balanço da União Nacional de Gestão de Risco de Desastres (UNGRD) da Colômbia, 1.097 pessoas foram deportadas pela Venezuela e outras 7.162 abandonaram voluntariamente o país vizinho por medo de passar pela mesma situação. O processo de saída começou no último dia 21, quando Maduro declarou o estado de exceção em seis municípios venezuelanos limítrofes, e se agravou ontem ao ampliar a medida a outras quatro localidades. María Ángela lembrou que, além de garantir as necessidades básicas dos que cruzam a fronteira, o Executivo está "buscando uma solução para o longo prazo" para os milhares de colombianos que estão em albergues. Ela visitou Cúcuta acompanhada do ministro do Interior, Juan Fernando Cristo, que prometeu aos que todos os direitos serão garantidos. Ao todo, 160 dos 2.219 quilômetros de fronteira entre Colômbia e Venezuela permanecem fechados. EFE cdb/cdr

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