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Chefe do Parlamento libanês, aliado do Hezbollah, diz que acordo com EUA e Israel não será aprovado

Aliado do Hezbollah, presidente do Parlamento libanês afirma que acordo com Israel e EUA não garante direitos do Líbano

Estadão Conteúdo

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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Manifestação em apoio ao líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, em Teerã Majid Asgaripour/Reuters – 04.06.2026

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente do Parlamento libanês, Nabih Berri, aliado do Hezbollah, afirmou que o acordo trilateral com Israel e EUA não será aprovado.
  • Berri considera o acordo uma imposição que não preserva os direitos do Líbano.
  • O acordo propõe a paz entre Líbano e Israel, condicionando a retirada israelense ao desarmamento do Hezbollah.
  • O Hezbollah se reserva o direito à autodefesa após ataques israelenses, considerando-os violações do cessar-fogo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente do Parlamento libanês e aliado do Hezbollah, Nabih Berri, afirmou na manhã de segunda-feira (29) (considerando o fuso horário do Líbano) que o acordo trilateral entre Líbano, Israel e Estados Unidos não será aprovado, pois não garante os direitos do país.

“Este acordo não será aprovado e não será implementado em sua forma atual”, disse Berri em comunicado divulgado por seu partido, o movimento Amal, acrescentando tratar-se de “um acordo de ‘imposições’, e não um acordo que preserve os direitos do Líbano”.


O acordo propõe um caminho para a paz entre o Líbano e Israel, condicionando a retirada israelense do território libanês ao desarmamento do Hezbollah.

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Autodefesa

O Hezbollah declarou que se reserva o direito à autodefesa após vários ataques israelenses ao sul do Líbano, apesar de uma trégua entre as duas partes e de um acordo tripartite para encerrar as hostilidades.


Em comunicado, o grupo afirmou que “reitera que as ações do inimigo constituem uma violação flagrante do cessar-fogo que vinha sendo respeitado até o momento; que está monitorando e acompanhando essas violações; e que se reserva o direito de defender sua pátria e seu povo”.

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