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China nega acusação da UE sobre treinamento de militares russos para guerra na Ucrânia

Porta-voz chinês classificou as afirmações como ‘infundadas e difamatórias’

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo chinês negou a acusação da União Europeia de que militares chineses treinaram soldados russos para a guerra na Ucrânia.
  • O porta-voz Lin Jian classificou as alegações como infundadas e difamatórias.
  • A acusação foi feita por Kaja Kallas, chefe da diplomacia da UE, após uma reunião dos ministros das Relações Exteriores do bloco.
  • A UE anunciou sanções a entidades chinesas e discutiu formas de combater a desinformação atribuída à China.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

UE alega que a China continua sendo um “facilitador decisivo” da guerra da Rússia contra a Ucrânia Sputnik/Vyacheslav Prokofyev/Pool via Reuters - 12.06.2026

O governo da China negou, nesta terça-feira (16), acusação da UE (União Europeia) de que militares chineses teriam treinado soldados russos para atuar na guerra da Ucrânia, classificando a alegação como infundada, durante entrevista coletiva regular do Ministério das Relações Exteriores chinês.

O porta-voz Lin Jian respondeu a comentários feitos na segunda-feira (15) pela chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas.


Após reunião dos ministros das Relações Exteriores do bloco, Kallas afirmou que a UE havia “verificado relatos” de que militares chineses estariam treinando pessoal russo para combater na Ucrânia.

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Questionado sobre a declaração, Jian rebateu de forma sucinta. “Tais suposições não têm absolutamente nenhuma base factual e não passam de difamação”, disse o porta-voz.


A acusação surgiu em meio ao endurecimento da postura europeia em relação a Pequim.

Na segunda-feira (15), Kallas afirmou que a China continua sendo um “facilitador decisivo” da guerra da Rússia contra a Ucrânia e anunciou que a UE incluiu entidades chinesas em uma nova rodada de sanções.


Segundo a diplomata europeia, os ministros do bloco discutiram ainda formas de combater atividades de desinformação atribuídas à China e de reforçar cadeias de suprimentos ligadas à defesa.

Kallas disse que o bloco está avaliando as implicações dos supostos treinamentos de militares russos por forças chinesas.

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