Cristina Kirchner nega que reforma na lei vise terceiro mandato
Forças governistas fomentam uma reforma constitucional visando um terceiro mandato, mas a alteração exige ao menos dois terços dos deputados e senadores
Internacional|Da EFE e AFP
A presidente argentina, Cristina Kirchner, anunciou nesta sexta-feira (1º) reformas para "democratizar a Justiça", mas negou que qualquer mudança vise permitir um terceiro mandato à frente do país.
— Fiquem tranquilos, não vamos fazer qualquer reforma [nesse sentido] na Constituição.
A presidente enviará ao Parlamento o projeto de lei para que os integrantes do Conselho da Magistratura sejam escolhidos através do voto popular.
— Quero uma Justiça democrática, não corporativa, sabendo que é parte do Estado e que deve aplicar a Constituição.
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A Constituição argentina, reformada em 1994, autoriza apenas uma reeleição para o período presidencial de 4 anos.
Forças governistas fomentam uma reforma constitucional visando um terceiro mandato para Kirchner, mas a alteração exige ao menos dois terços dos deputados e senadores.
Os governistas já controlam o Congresso, mas para obter os dois terços precisariam de uma vitória esmagadora nas eleições de outubro próximo, no momento em que a popularidade de Kirchner é decrescente.
A presidente afirmou que "é o povo que deve escolher seus integrantes e que o sistema judiciário não pode ser um lugar ao qual só chegam conhecidos ou parentes".
— Todo cidadão que reúna os requisitos e seja aprovado nos exames deveria estar em condições de entrar.
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