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Distúrbios no Chile terminam com dezenas de feridos e 264 presos

Internacional|Do R7

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(Atualiza com novos dados e declarações de ministro). Santiago do Chile, 12 set (EFE).- Os distúrbios que ocorreram no Chile na noite de quarta-feira e na madrugada de hoje por ocasião do 40º aniversário do golpe militar de 1973 terminaram com dezenas de feridos, 264 detidos, veículos queimados e 200 mil lares sem energia elétrica. O ministro do Interior, Andrés Chadwick, informou que entre os feridos há 42 policiais, dos quais sete estão hospitalizados e seis em estado grave. Chadwick disse que os protestos foram menores do que os ocorridos em aniversários anteriores do golpe mas a violência maior. Entre os feridos está o general Rodolfo Pacheco, um dos chefes da polícia de Santiago, que sofreu uma contusão cerebral ao receber uma pedrada no crânio no município de Cerro Navia. Durante os distúrbios, seis ônibus e sete automóveis foram queimados, relatou o ministro. Chadwick acrescentou que em Santiago ocorreram diversas tentativas de saque a estabelecimentos comerciais. Os incidentes se estenderam por setores da periferia da capital. Os manifestantes ergueram barricadas e dispararam contra a polícia, que utilizou jatos de água e gás lacrimogêneo. Muitos locais ficaram sem abastecimento de luz em função de correntes que foram jogadas nos cabos elétricos. Aproximadamente 200 mil casas ficaram sem luz, informou a Chilectra, a principal distribuidora elétrica da capital chilena. O serviço foi normalizado na manhã de hoje. As autoridades desdobraram 8.000 policiais só em Santiago para reforçar a segurança no 40º aniversário do golpe que o general Augusto Pinochet liderou em 11 de setembro de 1973 para derrubar o governo de Salvador Allende e instaurar uma ditadura. EFE ns/dk

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