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Egito declara a Irmandade Muçulmana 'organização terrorista'

O governo proibiu todas as suas atividades do grupo

Internacional|Do R7

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O governo egípcio declarou a Irmandade Muçulmana, o movimento ao qual o presidente deposto Mohamed Mursi pertence, como uma organização terrorista, e proibiu todas as suas atividades, incluindo manifestações, indicou nesta quarta-feira (25) o vice-primeiro-ministro após uma reunião de gabinete.

O grupo foi declarado terrorista e o governo proibiu todas as suas atividades, indicou o vice-primeiro-ministro Hossam Eissa.

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Eissa acrescentou que o governo decidiu "punir de acordo com a lei quem pertencer a este grupo".

Este anúncio é o último de uma série de medidas tomadas pelas novas autoridades dirigidas de fato pelo exército, que destituiu Mursi no dia 3 de julho antes de iniciar uma sangrenta repressão dos manifestantes favoráveis a Mursi.

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Esta campanha implacável deixou até agora mais de mil mortos e milhares de detenções entre os islamitas, em especial quase toda a direção da Irmandade.

Estas proibições ocorrem um dia após um atentado suicida contra um edifício da polícia no norte do país que deixou 15 mortos.

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Este ataque, condenado pela Irmandade Muçulmana, foi reivindicado por um grupo jihadista com sede no Sinai e que afirma se inspirar na Al-Qaeda.

No dia 23 de setembro, um tribunal egípcio proibiu as atividades da confraria e congelou suas reservas financeiras até que seus líderes sejam julgados pelos atos criminosos pelos quais são acusados.

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