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Egito diz que não participará de ataque militar contra Síria, se acontecer

Internacional|Do R7

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Cairo, 29 set (EFE).- O ministro das Relações Exteriores do Egito, Nabil Fahmi, reiterou nesta quinta-feira a rejeição de seu país a qualquer intervenção militar na Síria e assegurou que, no caso de acontecer, o Egito não participará dela. Em comunicado do Ministério das Relações Exteriores, Fahmi pediu, ainda, ao Conselho de Segurança da ONU que faça todos os esforços para investigar o uso das armas químicas na Síria e tome as medidas adequadas a "esse crime terrível". O chefe da diplomacia egípcia insistiu que seu país rejeita o uso das armas químicas por qualquer lado do conflito e pede à comunidade internacional que puna os responsáveis depois que a equipe de analistas da ONU terminar sua visita à Síria e apresentar seu relatório. Além disso, condenou as "práticas" do regime sírio contra seu povo e pediu uma solução política para o conflito no país. As ameaças contra Damasco por parte dos Estados Unidos, Reino Unido e França, entre outros, aumentaram muito desde que há uma semana a oposição síria denunciou a morte de mais de mil pessoas em um suposto ataque químico do regime contra a periferia de Damasco. EFE hh/tr

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