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Egito pede a Israel que liberte imediatamente o mufti de Jerusalém

Internacional|Do R7

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Cairo, 8 mai (EFE).- O Ministério das Relações Exteriores egípcio condenou nesta quarta-feira a detenção do grande mufti de Jerusalém, xeque Mohammed Hussein, pelas autoridades israelenses e pediu sua libertação imediata. Em comunicado oficial, o chefe da diplomacia egípcia, Mohammed Amre, assegurou que as autoridades israelenses devem libertar Hussein porque é "um alto cargo religioso". Amre advertiu contra a continuidade das agressões israelenses em Jerusalém, especialmente as batidas na Mesquita de Al Aqsa, o que representa "uma provocação para os sentimentos de milhões de muçulmanos". A Polícia israelense deteve nesta quarta o xeque Hussein por causa de seu suposto envolvimento nos distúrbios que foram registrados ontem na Esplanada das Mesquitas contra um grupo de judeus que visitou essa área sensível. Os choques foram registrados na terça-feira e nele participaram vários palestinos jovens que jogaram cadeiras contra o grupo de visitantes judeus. Na Esplanada, recinto que os judeus veneram como o Monte do Templo, se encontra a mesquita de Al Aqsa e o Domo da Rocha, locais mais sagrados na hierarquia do Islã depois da cidade de Meca, na Arábia Saudita. O grande mufti é o principal responsável muçulmano dos lugares santos de Jerusalém. EFE hh/ma

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