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Estados Unidos confirmam expulsão de adido militar em Caracas

Internacional|Do R7

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Washington, 5 mar (EFE).- O Pentágono confirmou nesta terça-feira que o adido aeronáutico da embaixada americana em Caracas, David del Mónaco, foi expulso da Venezuela, depois que o vice-presidente venezuelano, Nicolás Maduro, lhe deu 24 horas para deixar o país e afirmou que está verificando a informação sobre a saída de um segundo integrante americano. "Estamos cientes das acusações realizadas pelo vice-presidente venezuelano Maduro na televisão estatal em Caracas, e podemos confirmar que nosso adido aeronáutico, o coronel David Delmonico (sic), já retornou aos Estados Unidos", afirmou o porta-voz do Pentágono Todd Breasseale, em comunicado enviado à Agência Efe Breasseale não deu mais informações e não reagiu às acusações específicas de Maduro de que o americano propôs "projetos desestabilizadores" aos militares venezuelanos em serviço ativo. O chanceler da Venezuela, Elías Jaua, anunciou pouco depois a expulsão de um segundo integrante da aeronáutica americana, identificado como David Kostal, e sobre a qual Breasseale indicou à Agência Efe que ainda está buscando confirmação. Após o anúncio de Maduro, fontes do Departamento de Estado afirmaram que buscavam mais informações com relação ao fato através da embaixada do país em Caracas. O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, disse em sua entrevista coletiva diária que o anúncio de Madura ocorria "no mesmo momento" em que se dirigia para falar com a imprensa. Maduro disse nesta terça-feira que o adido aeronáutico americano "se deu à tarefa de buscar militares ativos para, primeiro, investigar a situação das Forças Armadas e, em segundo lugar, para propor projetos desestabilizadores contra a estabilidade militar e política de nosso país". EFE llb/ff

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