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‘Estamos entrando num terreno perigoso de pirataria em alto-mar’, alerta especialista

Vladimir Putin ameaçou confiscar navios ocidentais como medida de retaliação às interceptações feitas contra a ‘frota fantasma’ russa

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Vladimir Putin ameaçou confiscar navios ocidentais em retaliação às interceptações da "frota fantasma" russa por países europeus.
  • Os navios russos, conhecidos como "frota fantasma", desligam seus transponders para evitar sanções ocidentais.
  • O especialista Leonardo Trevisan alerta sobre o risco de pirataria em alto-mar, comparando a situação ao século 19.
  • A tensão internacional é alta, e há preocupação com a possibilidade de conflitos evoluírem para guerras.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente russo, Vladimir Putin, ameaçou confiscar navios ocidentais como medida de retaliação após recentemente países europeus, como Suécia e França, interceptarem embarcações suspeitas da chamada “frota fantasma”. Esses navios são usados para contornar as sanções ocidentais impostas contra Moscou.

Putin afirmou que autoridades de alguns países passaram a considerar a possibilidade de apreender as embarcações russas e vender os bens recolhidos a bordo. De acordo com o governante, as ações são consideradas como pirataria e banditismo, ressaltando que, se isso vier a acontecer, a Rússia responderá da mesma forma.


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“Essa frota fantasma nada mais é que os petroleiros russos que vão até o alto-mar e desligam o transponder [...]. Isso quer dizer o seguinte: desligar o GPS e o navio desaparece”, explicou o professor de relações internacionais Leonardo Trevisan, em entrevista ao Conexão Record News.

“Nós estamos entrando num terreno bastante perigoso de pirataria em alto-mar, do qual o mundo pensava que tivesse se livrado por volta do século 19. A situação está ficando tão complexa que talvez nós tenhamos cenas de pirataria como tínhamos há dois, três séculos atrás”, comentou.


Para Trevisan, a situação exemplifica a dificuldade que o mundo vem enfrentando com conflitos internacionais que não evoluem para a paz: “A fase é muito tensa e muito perigosa. A situação continua sempre a mesma. Precisamos ter cautela para não iniciar qualquer guerra. Nunca sabemos como elas terminam”.

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