EUA e Irã lutam contra o relógio para encontrar piloto americano de jato abatido pelos aiatolás
Donald Trump já advertiu que haverá consequências se regime dos aiatolás pegar tripulante como refém
Internacional|Do R7, com Reuters
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Os militares dos Estados Unidos no Oriente Médio e o exército do Irã correm contra o tempo para resgatar um piloto americano de um caça abatido pelo regime dos aiatolás na última sexta-feira (3). Até o final da manhã deste sábado (4), o tripulante não havia sido localizado.
Esta foi a primeira vez que um incidente incomoda os Estados Unidos desde o início da guerra, em 28 de fevereiro.
Ontem, o presidente Donald Trump afirmou que não está pronto para dizer o que os EUA farão se o membro das Forças Armadas americanas, desaparecido até agora, for ferido, segundo o jornal The Independent.
Trump disse não poder comentar sobre qual seria seu curso de ação se forças iranianas chegassem ao aviador abatido. “Esperamos que isso não aconteça”, resumiu.
Ao mesmo tempo, a imprensa estatal do Irã anunciou ontem uma recompensa para quem capturar e entregar “pilotos inimigos” vivos às autoridades. O apresentador não deu detalhes sobre a “valiosa recompensa”, que, segundo a própria mídia iraniana, seria de US$ 60 mil (quase R$ 300 mil).
Caças abatidos no Irã
Dois oficiais americanos disseram à Reuters que um caça americano foi abatido sobre o Irã e que uma operação de busca e resgate está em andamento para encontrar possíveis sobreviventes.
A rede americana CBS News, citando dois oficiais americanos, informou que um tripulante do caça americano abatido sobre o Irã foi resgatado por forças americanas. O Pentágono e o Comando Central dos EUA não comentaram.
Duas fontes americanas disseram à Reuters que a aeronave era um F-15E de dois lugares e que as buscas estavam em andamento.
As baterias antiaéreas do Irã também atingiram dois helicópteros Blackhawk envolvidos nas buscas pelo jato americano abatido. Ambos, porém, conseguiram sair do espaço aéreo iraniano.
Em um incidente separado, um caça A-10 Warthog foi atingido e caiu no Kuwait, com o piloto ejetando, segundo os oficiais. A gravidade dos ferimentos entre os tripulantes da aeronave permanece incerta.
Até agora, 13 militares americanos morreram na guerra do Irã, enquanto mais de 300 ficaram feridos, de acordo com o Comando Central dos Estados Unidos. Ninguém foi feito refém dos iranianos até agora.
A guerra é impopular entre os americanos, com dois terços acreditando que os EUA deveriam trabalhar para encerrar rapidamente seu envolvimento no conflito, mesmo que isso signifique não atingir os objetivos estabelecidos pelo governo Trump.
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