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EUA 'estão preparados para qualquer ameaça' da Coreia do Norte

Segundo o secretário americano, o país está preparado para enfrentar eventuais ameaças

Internacional|Do R7

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Imagem divulgada esta semana mostra o líder norte-coreano inspecionando áreas de pouso e decolagem em região desconhecida
Imagem divulgada esta semana mostra o líder norte-coreano inspecionando áreas de pouso e decolagem em região desconhecida

O secretário americano da Defesa, Chuck Hagel, disse nesta quinta-feira (28) que os Estados Unidos estão "preparados para enfrentar qualquer eventual" ameaça da Coreia do Norte, admitindo que o risco ligado a Pyongyang aumenta.

"Estaremos preparados, precisamos estar preparados para enfrentar eventuais ameaças", declarou Hagel à imprensa após as missões de treinamento de bombardeiros B-2 — com capacidade nuclear — sobre a Coreia do Sul, o que provocou uma série de ameaças dos norte-coreanos.


— Nós defenderemos explicitamente — e estamos engajados nisto — nossa aliança com a Coreia do Sul e com os outros aliados na região (...) devemos dizer claramente que tomamos estas provocações [da Coreia] do Norte muito a sério e reagiremos a isto.

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A tensão com a Coreia do Norte cresceu particularmente nas últimas semanas, após Pyongyang não digerir a adoção de novas sanções da ONU devido a seu teste nuclear de 12 de fevereiro. No momento, Pyongyang ameaça atacar o território americano.


— Acredito que estas provocações e o tom beligerante aumentaram o risco.

O secretário de Defesa rejeitou qualquer provocação ligada ao envio de bombardeiros B-2 para manobras conjuntas sobre o território sul-coreano.


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A Coreia do Norte anunciou na quarta-feira (27) o corte do "telefone vermelho" de contatos militares de emergência com a Coreia do Sul, último meio de comunicação direta entre os dois países.

Washington reagiu indicando que o corte por parte da Coreia do Norte da linha direta militar com o Sul em um momento de alta tensão é uma "decisão provocativa".

A decisão de cortar o último contato direto com o Sul coincide com um anúncio de que as principais lideranças do Norte se reunirão nos próximos dias para discutir um "importante tema" e efetuarão "uma guinada drástica".

Os Estados Unidos têm 28,5 mil militares na Coreia do Sul para enfrentar um eventual ataque da Coreia do Norte.

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