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Renúncia de ministro britânico evidencia dificuldade da Europa de ampliar gastos militares

John Healey fez críticas a Keir Starmer ao deixar o cargo; professor Leonardo Trevisan analisa

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ministro da Defesa do Reino Unido, John Healey, renunciou devido a uma disputa sobre gastos militares.
  • Ele acusou o primeiro-ministro Keir Starmer de não alocar recursos suficientes para a defesa do país.
  • Negociações entre os ministérios da Defesa e das Finanças sobre o aumento dos gastos militares estão em andamento.
  • Professor Leonardo Trevisan afirmou que países europeus não conseguem competir com o orçamento militar russo sem comprometer o estado de bem-estar social.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O ministro da Defesa do Reino Unido, John Healey, renunciou ao cargo nesta quinta-feira (11) em meio a uma disputa sobre gastos militares. Ele acusou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, de não comprometer os recursos governamentais necessários para defender o país em um momento de ameaça elevada.

A renúncia inesperada aumenta a pressão sobre Starmer em meio a um momento em que ele enfrenta uma provável disputa pela liderança e expõe a crise do governo. Os ministérios da Defesa e das Finanças do Reino Unido estão em negociações, há meses, sobre como atender às crescentes demandas para expandir os gastos militares, atrasando o plano de investimento em defesa, que deveria ter sido publicado em 2025.


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Os líderes militares enfatizaram que o projeto é necessário para enfrentar o crescente nível de ameaça em um momento de frequentes incursões russas em águas britânicas.

Em entrevista ao Conexão Record News, Leonardo Trevisan, professor de relações internacionais, diz que “nenhum país europeu consegue fazer a disposição orçamentária para enfrentar a disposição orçamentária dos russos. Esse ponto é absolutamente sensível. A Europa não quer fazer um investimento, tirar dinheiro do estado de bem-estar social em que eles vivem para colocar em armas. Nenhum deles quer fazer isso”.


Segundo o professor, é muito difícil que, depois de tantos anos em que a Europa deixou a tarefa da defesa para os Estados Unidos, ela consiga reverter as opções orçamentárias.

“Gastar o dinheiro que na Europa é contido para o Estado, ele pretende gastar em ações orçamentárias, em ações de Estado, para angariar voto e não para perder”, ressalta Trevisan.

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