Apoio de Rússia e China permitiu o avanço das tropas iranianas contra os EUA, diz professor
Leonardo Trevisan comenta os últimos desdobramentos do conflito no Oriente Médio
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O Irã não só se sustentou como avançou desde o início da guerra com os Estados Unidos, analisa o professor de relações internacionais Leonardo Trevisan. Em entrevista ao Conexão Record News desta quinta-feira (11), ele destaca a evolução militar do país, que “sem dúvidas” conta com apoio internacional.
“O Irã se preparou para a guerra internamente, e não há dúvida, é ingenuidade não acreditar. O Irã recebeu armamentos novos, principalmente russos. Esses armamentos permitiram um equilíbrio naquele bombardeio aéreo que o Irã sofria.”
“E pior, o Washington Post e o New York Times encontraram provas de que os militares americanos perceberam que os ataques bem-sucedidos nas bases militares americanas, no Qatar e em Bahrein, foram guiados por satélites chineses. Em outras palavras, a China não se envolveu diretamente, mas orientou os mísseis iranianos. Não há dúvida nenhuma de que hoje o Irã é uma potência militar muito maior do que era quando essa guerra começou”, conclui.
Navio de Omã é atingido
Um projétil dos EUA atingiu um navio de carga que transportava bens essenciais enquanto passava pelo estreito de Ormuz, em Omã. Segundo informações, a embarcação ficou parcialmente submersa. Os militares norte-americanos disseram ter como alvo instalações de vigilância, comunicações e defesa aérea no Irã.
Uma televisão estatal iraniana informou que explosões foram ouvidas em todo o país e em locais estratégicos próximos ao estreito de Ormuz.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!












