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Ex-diplomata dos EUA fará visita "particular humanitária" à Coreia do Norte

Bill Richardson terá a companhia do chairman do Google, Eric Schmidt

Internacional|Do R7

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Bill Richardson e o chairman do Google, Eric Schmidt, vão fazer uma "visita humanitária particular" à Coreia do Norte
Bill Richardson e o chairman do Google, Eric Schmidt, vão fazer uma "visita humanitária particular" à Coreia do Norte

O ex-diplomata norte-americano Bill Richardson disse nesta sexta-feira (4) que ele e o chairman do Google, Eric Schmidt, vão fazer uma "visita humanitária particular" à Coreia do Norte, em parte destinada a garantir a libertação de um prisioneiro norte-americano.

"O objetivo da viagem é uma visita humanitária particular. Nós não estamos representando o governo dos EUA", afirmou Richardson, ex-embaixador dos EUA na ONU, ao programa da CBS "This Morning".

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Seus comentários foram feitos um dia depois de a porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Victoria Nuland, afirmar que o momento da viagem "não era particularmente útil", citando o lançamento de um foguete de longo alcance pela Coreia do Norte em dezembro.

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Richardson disse que convidou Schmidt, presidente do conselho executivo do Google, que, segundo ele, vai viajar como um cidadão comum. "Esta não é uma viagem do Google. Ele está interessado em política externa, ele é amigo meu, e eu senti que era importante que houvesse uma perspectiva mais ampla para nossa visita, com Eric indo e alguns outros membros da nossa equipe."

Richardson, que fez uma série de viagens à Coreia do Norte e negociou sobre vários assuntos, acrescentou: "Há um detento norte-americano na Coreia do Norte, Kenneth Bae. Falei com seu filho, que quer libertá-lo."

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Bae, um turista coreano-americano, foi detido e acusado de crimes não especificados contra o Estado. Richardson ajudou a negociar a libertação de norte-americanos detidos no passado.

"Nós não estamos representando o governo dos EUA, vamos levantar a questão do detido", disse Richardson, acrescentando que eles também estavam preocupados com "a proliferação nuclear da Coreia do Norte".

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Na esteira do lançamento do foguete pela Coreia do Norte em 12 de dezembro, os Estados Unidos, a Coreia do Sul, o Japão e seus aliados europeus têm pressionado para expandir as sanções da ONU ao país.

Richardson disse que entendia que o Departamento de Estado estava "um pouco nervoso", mas ele e Schmidt já tinham adiado a viagem em dezembro, a pedido do governo.

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