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Rival de Netanyahu recebe apoio de partidos árabes para formar governo em Israel

Eleição terminou num impasse; até o momento, Gadi Eisenkot descartou a formação de uma coalizão com as legendas árabes

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Benjamin Netanyahu enfrenta dificuldades para permanecer como primeiro-ministro de Israel após eleições sem maioria clara.
  • O presidente de Israel, Isaac Herzog, deve decidir entre Netanyahu e Gadi Eisenkot para formar um novo governo.
  • Partidos árabes manifestaram apoio a Eisenkot, enquanto um partido judeu ultraortodoxo não apoiou nenhum candidato.
  • Netanyahu continua como primeiro-ministro interino até que uma nova coalizão seja formada ou novas eleições sejam realizadas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Netanyahu permanece como premiê interino até a formação de uma coalizão ou até novas eleições Ammar Awad/Reuters - 28.10.2026

A posição de Benjamin Netanyahu na disputa pós-eleitoral para permanecer como primeiro-ministro de Israel se enfraqueceu nesta quinta-feira (5), depois que um partido judeu ultraortodoxo negou apoio a qualquer candidato e dois partidos liderados por árabes endossaram seu principal adversário.

O presidente de Israel se reunirá com Netanyahu e seu principal rival político, Gadi Eisenkot, para decidir qual dos dois escolher para formar um governo, após realizar consultas com partidos menores.

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A eleição de 27 de outubro em Israel terminou em impasse, sem que nem Netanyahu nem Eisenkot, um ex-chefe militar, garantissem um caminho claro para a maioria no Parlamento.

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Isso criou uma tarefa difícil para o presidente Isaac Herzog, cujo papel, em grande parte cerimonial, traz a responsabilidade pós-eleitoral de escolher um candidato que ele acredite ter a melhor chance de quebrar o impasse em um país profundamente dividido.

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Herzog tem até 11 de novembro para tomar uma decisão. Netanyahu permanece como primeiro-ministro em um governo interino até que uma nova coalizão seja formada, ou até que haja novas eleições, que deverão ser realizadas caso nenhum candidato seja bem-sucedido.

Embora Netanyahu tenha superado as expectativas na votação e seu próprio Partido Likud tenha conquistado o maior número de cadeiras, sua coalizão nacionalista-religiosa perdeu a maioria necessária para governar.

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Em um revés para o primeiro-ministro na quinta, o Judaísmo Unido da Torá, um dos dois principais partidos que representam os eleitores judeus ultraortodoxos e um aliado de longa data de Netanyahu na coalizão, recusou-se a recomendar qualquer candidato para formar um governo.

E, embora Eisenkot — assim como Netanyahu — tenha, até o momento, descartado a formação de um governo com os dois partidos de liderança árabe em Israel, ambas as legendas manifestaram apoio a Eisenkot, conferindo-lhe o respaldo de uma maioria confortável de parlamentares.

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