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Explosão de carro-bomba mata pelo menos duas pessoas na Colômbia

Internacional|Do R7

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(Atualiza com novas informações). Bogotá, 5 fev (EFE).- Pelo menos uma pessoa morreu e outras três ficaram feridas na explosão de um carro-bomba em uma zona rural de Cauca, confirmou à Agência Efe a secretária do Governo deste departamento do sudoeste da Colômbia, Edith Milena Cabezas. Bogotá, 5 fev (EFE).- Pelo menos duas pessoas morreram e outras três ficaram feridas na explosão de um carro-bomba supostamente ativado pelas Farc em uma zona rural do convulso departamento colombiano de Cauca, confirmaram à Agência Efe fontes oficiais. Um porta-voz das Forças Armadas detalhou que as vítimas são "civis", informação que contrasta com a proporcionada também à Efe pela secretária de Governo de Cauca, Edith Milena Cabezas, quem em conversa telefônica desde Popayán, capital desse departamento, afirmou que havia um morto e era "um oficial do Exército". A explosão aconteceu perto de uma reserva militar no regimento de El Palo, pertencente à zona rural de Caloto, onde ocorrem os enfrentamentos entre a polícia e guerrilheiros da sexta frente das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Pouco antes, o comandante da Força de Tarefa Conjunta Apolo, general Jorge Jerez, havia informado que o carro-bomba tinha provocado pelo menos uma morte. "Há uma pessoa morta", disse o general à emissora "RCN Radio", ao confirmar que a explosão aconteceu "no momento no qual tentavam levar o carro-bomba ao município e as tropas detectaram o movimento". As autoridades neste momento tentam verificar se há mais veículos carregados de explosivos na área, depois que alguns meios de comunicação informaram da existência de um segundo, o que ainda não foi confirmado oficialmente. O conflito armado na Colômbia sofreu uma escalada nos últimos tempos, em coincidência com a quarta fase das negociações de paz entre o Governo e as Farc. A maior guerrilha colombiana tem em seu poder dois policiais e um militar, enquanto o Exército de Libertação Nacional tem como reféns dois alemães, dois peruanos e um canadense, assim como três colombianos, todos eles civis. EFE erm/rsd

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