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França considera plausível que jornalistas tenham sido assassinados no Mali por membros da Al Qaeda

Segundo nota, a execução seria uma resposta aos crimes da França contra os malineses

Internacional|Do R7

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Ghislaine Dupont, 57 anos, e Claude Verlon, 55, foram sequestrados e assassinados no dia 2
Ghislaine Dupont, 57 anos, e Claude Verlon, 55, foram sequestrados e assassinados no dia 2

O ministro francês das Relações Exteriores, Laurent Fabius, considerou "plausível" a reivindicação da AQMI (Al Qaeda no Magreb Islâmico) sobre o assassinato de dois jornalistas da rádio RFI em 2 de novembro no Mali.

"Ainda estamos verificando, mas (a reivindicação) parece plausível", disse Fabius ao canal I-télé.


A AQMI reivindicou na quarta-feira (6) o assassinato de Ghislaine Dupont e Claude Verlon "como resposta aos crimes cometidos pela França contra os malineses".

A Aqmi considera que o assassinato dos dois jornalistas "representa o mínimo da fatura que (o presidente francês François) Hollande e seu povo devem pagar como contrapartida por sua nova cruzada", concluiu a rede no texto.


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Segundo a agência Sahara Medias, a katiba (unidade combatente) da Aqmi que cometeu os assassinatos é a de Abdelkrim Targui, um tuaregue que era ligado a um dos principais líderes da Aqmi no Mali, Abu Zeid, morto no início do ano durante a ofensiva militar das tropas do Chade e da França no Maciço de Ifoghas (nordeste do Mali).

Os jornalistas da RFI (Rádio França Internacional) Ghislaine Dupont, de 57 anos, e Claude Verlon, de 55, foram assassinados em Kidal, (nordeste do Mali), pouco depois de terem sido sequestrados por um pequeno grupo de homens armados.

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