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França diz que agressor queria matar soldado e pede prudência

Internacional|Do R7

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Paris, 25 mai (EFE).- O ministro do Interior francês, Manuel Valls, garantiu neste sábado que o homem que esta tarde apunhalou no pescoço um militar em Paris "sem dúvida queria matar o soldado", mas pediu prudência antes de vinculá-lo com o assassinato de mesmas características que aconteceu em Londres na quarta-feira passada. "Há elementos, como a violência repentina do ataque, que poderiam permitir considerar que pode haver alguma comparação com o que ocorreu em Londres", declarou o ministro no telejornal noturno de "France 2". O agressor, que conseguiu fugir, atacou o soldado de 23 anos enquanto este fazia uma patrulha no marco do plano de vigilância antiterrorista reforçado pelo bairro de La Défense, a área de negócios do oeste de Paris. O suspeito que cortou o pescoço do militar com uma lâmina parece ser um homem de traços norte-africanos de entre 25 e 30 anos com barba e uma chilaba, túnica típica do Magrebe, segundo a descrição da polícia e dos meios de comunicação locais. A vida do militar não corre perigo após a agressão, que aconteceu às 17h55 locais (12h55 de Brasília) na saída da estação de metrô desse distrito, no qual se encontram os arranha-céus de várias das empresas mais importantes da França. Antes do ministro do Interior, o presidente da França, François Hollande, havia declarado que ainda não se descartou nenhuma hipótese, mas nada permite estabelecer que o ataque esteja relacionado com o assassinato em Londres de um soldado britânico por dois supostos islamitas, de 22 e 28 anos, que o degolaram com uma faca e um cutelo. EFE jaf/rsd

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