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Funcionários do Exército dos EUA são libertados pela Líbia

Internacional|Do R7

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WASHINGTON, 28 Dez (Reuters) - Quatro funcionários do Exército dos Estados Unidos foram detidos pelo governo da Líbia na sexta-feira e mantidos sob custódia durante várias horas antes de serem soltos, disseram autoridades norte-americanas.

Jen Psaki, porta-voz do Departamento de Estado, disse que o governo do presidente Barack Obama está analisando o incidente, mas confirmou que "todos os quatro funcionários do Exército dos EUA sob custódia do governo líbio foram libertados".

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Uma autoridade de Defesa dos Estados Unidos disse que os quatro pareciam estar verificando possíveis rotas de retirada para diplomatas na embaixada dos EUA em Trípoli.

Os norte-americanos estavam perto de Sabratha, área a oeste de Trípoli que sedia ruínas famosas, "como parte de esforços preparatórios de segurança quando foram levados sob custódia", declarou Psaki em um comunicado.

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Fotos de passaporte supostamente pertencentes aos quatro foram publicadas no Twitter. A identidade dos funcionários ou a autenticidade das fotos não puderam ser confirmadas de imediato.

Psaki afirmou que os Estados Unidos, que apoiaram a revolta contra Muammar Gaddafi em 2011, valorizam sua relação com "a nova Líbia".

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"Temos uma parceria estratégica baseada em interesses mútuos e no nosso forte apoio à transição democrática histórica da Líbia", disse ela.

Mais de dois anos após o colapso do reinado de Gaddafi, o país norte-africano ainda vive no caos, com insegurança generalizada, milícias rivais e um movimento autônomo florescente no leste.

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A detenção assume um significado maior por causa do ataque militante em Benghazi em 11 de setembro de 2012, no qual o embaixador norte-americano Chris Stevens e sete outros cidadãos dos EUA foram mortos.

Os ataques desencadearam uma tempestade política em Washington, na qual republicanos acusaram o governo Obama de apresentar versões diferentes sobre quem estava por trás dos ataques.

Em outubro, forças dos EUA detiveram Nazih al-Ragye, mais conhecido com o pseudônimo Abu Anas al-Liby, em Trípoli, por sua ligação com os bombardeios de embaixadas norte-americanas no Quênia e na Tanzânia em 1998.

(Reportagem Lesley Wroughton e Missy Ryan)

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