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Funeral de Mandela deve reunir quatro mil pessoas, com diversas autoridades

Internacional|Do R7

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Johanesburgo, 13 dez (EFE).- Cerca de quatro mil pessoas, entre elas 20 líderes internacionais como o Príncipe Charles, assistirão ao funeral do ex-presidente sul-africano, que será realizado no domingo em Qunu, cidade do sudeste do país, onde Nelson Mandela cresceu. Segundo informou nesta sexta-feira o Governo sul-africano em uma nota de imprensa, participarão da cerimônia privada membros da realeza como o príncipe Charles e o rei de Lesoto. Entre os chefes de Estado convidados para a cerimônia estão o primeiro-ministro da Etiópia, Hailemariam Dessalegn, e os presidentes da Tanzânia, Jakaya Mrisho Kikwete, e Malawi, Joyce Banda. Também participarão os primeiros-ministros da ilhas caribenhas San Vicente e Granadina, Ralph Everard Gonsalves, e de Saint Kitts e Nevis, Denzil Douglas. Entre os líderes internacionais que confirmaram participação estão o vice-presidente do Irã, Mohammad Shariatmadari; o da Nicarágua, Omar Hallesleven Acevedo; e o da Zâmbia, Guy Scott; Além disso, estarão presentes o ex-primeiro-ministro francês Alain Juppe e o ex-presidente Lionel Jospin, assim como o ex-presidente norueguês Jens Stoltenberg e o da Zâmbia Kenneth Kaunda. Também marcarão presença membros de organizações internacionais como a União Africana, que será representada pela diretora de sua comissão, Nkosazana Dlamini Zuma, e o delegado da União Europeia na África do Sul, Roeland van der Geer. A lista ficará completa com os ministros e ex-ministros da Nigéria, Malawi, Lesoto, Tanzânia, Zâmbia e Etiópia, junto ao reverendo americano Jessie Jackson. O funeral de Mandela será uma cerimônia privada com seus familiares, representantes do Governo sul-africano e dignatários internacionais. A ministra sul-africana de Relações Exteriores, Maite Nkoana-Mashabane, disse hoje que o Executivo avalia "o apoio contínuo mostrado pela comunidade internacional desde a morte (de Mandela) a semana passada". "É reconfortante ter entre nós líderes e outros dignatários que representam a comunidade internacional neste momento de dizer adeus a Mandela", disse a ministra. EFE mg-jmc-dgp/ff

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