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Hollande afirma que refém francês retido na Somália foi assassinado

Internacional|Do R7

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Paris, 12 jan (EFE).- O presidente da França, François Hollande, afirmou neste sábado que Denis Allex, sequestrado na Somália desde julho de 2009, foi "sem dúvida" assassinado por seus seqüestradores. A mensagem gravada no Palácio do Eliseu, sede da Presidência, foi produzida depois que o grupo islamita somali Al Shabad assegurou que o cidadão segue sob sua custódia, e que essa organização decidirá nos próximos dois dias qual será seu destino. Hollande explicou que "há vários dias" tomou a decisão de intervir para libertar Allex e lamentou que, "apesar do sacrifício" de dois soldados franceses, essa operação empreendida ontem à noite tenha acabado, "sem dúvida, com o assassinato de nosso refém".. Apesar disso, o chefe do Estado apontou que a intervenção "confirma a determinação da França de não ceder à chantagem dos terroristas". Os fundamentalistas do Al Shabab qualificaram a operação das forças francesas de "péssima tentativa de resgate". "Após um enfrentamento feroz, repelimos o ataque das forças francesas que participaram da operação, que inevitavelmente estava condenada ao fracasso", afirmaram os rebeldes. A declaração do presidente francês aconteceu após uma reunião com os responsáveis de Defesa sobre a evolução da situação na Somália e em Mali que reuniu, entre outros, os titulares de Relações Exteriores, Laurent Fabius; Defesa, Jean-Yves Le Drian, e Interior, Manuel Valls. Nessa mensagem televisionada e que durou quatro minutos, Hollande assegurou que compartilha a dor das famílias dos falecidos. EFE mgr/ff POL:é:11006000:Política:Governo

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